ESTACAS NA ÁGUA – Porto de Paranaguá começa as obras de reforço do cais

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) cravou nesta semana, na Baía de Paranaguá, a primeira estaca da obra que irá reforçar o cais do Porto. Paranaguá, 16/04/2015. Foto: Divulgação APPA.
A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) cravou nesta semana, na Baía de Paranaguá, a primeira estaca da obra que irá reforçar o cais do Porto. Paranaguá, 16/04/2015. Foto: Divulgação APPA.

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) cravou nesta semana, na Baía de Paranaguá, a primeira estaca da obra que irá reforçar o cais do Porto. Serão colocadas 500 estacas, sendo 190 na água e 310 na estrutura do cais.

Fruto de um investimento de R$ 89 milhões, a reforma vai preparar o porto para suportar operações mais pesadas e permitir a dragagem de nivelamento de todos os berços para uma profundidade maior, oferecendo mais segurança para navegação e atracação dos navios.

A primeira estaca foi cravada no berço 208, trecho mais antigo do cais, que preserva algumas características de quando o porto foi criado, na década de 30. Atualmente, esta parte do porto tem profundidade de apenas oito metros e o cais suporta operações de até duas toneladas por metro quadrado, o que restringe as operações. Com a obra, o berço poderá ser dragado para 13,8 metros e vai aguentar uma pressão de cinco toneladas por metro quadrado.

Segundo o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino, a reforma do cais é mais um dos compromissos assumidos pelo governador Beto Richa com o intuito de dar maior produtividade ao porto e modernizar os berços de atracação.

“Teremos um cais inteiramente preparado para uma dragagem que nivele a sua profundidade. Assim, todos os berços poderão operar com guindastes mais pesados e vamos poder atracar navios com cerca de 80 mil toneladas”, afirma Dividino. Hoje, os maiores navios graneleiros que chegam a Paranaguá carregam 70 mil toneladas, no máximo.

A última reforma de estrutura do cais do Porto de Paranaguá foi feita no início da década de 90.

OBRA – A obra de reforço vai acontecer ao longo de todo o cais comercial, dos berços 202 a 214. A obra será dividida vários trechos para não prejudicar a movimentação das cargas. A expectativa é que a intervenção seja finalizada até a metade do ano que vem.

“Ao longo da obra, também serão trocados os cabeços de amarração, onde o navio é amarrado quando atraca, por peças com o dobro da capacidade. O porto será preparado para a instalação de novas defensas, que são estruturas que suavizam o impacto do navio ao encostar no cais”, explicou o diretor de Operação da Appa, Luiz Teixeira da Silva Júnior.

A OBRA - A reforma consiste em cravar uma série de estacas e instalar diversas vigas para reforçar a estrutura do cais. São cerca de 190 estacas de concreto armado que serão instaladas na beirada do porto.

Estas estruturas têm 26 metros de comprimento e pesam mais de 20 toneladas cada. Em uma área poucos metros mais recuada, outras 300 estacas mais finas também perfuram o solo, dando mais resistência ao piso.

A reforma faz parte de uma série de obras e investimentos que os Portos do Paraná vêm recebendo ao longo dos últimos anos.

São R$ 511 milhões em obras de melhoria, infraestrutura e projetos estruturantes. Ao longo deste ano, por exemplo, já foram instalados dois novos shiploaders (carregadores de navios) e até o final do ano deverão ser inaugurados outros dois.

Em três anos, três campanhas de dragagem devolveram a profundidade original aos canais de acesso e berços de atracação dos portos de Paranaguá e Antonina. As vias de acesso ao Porto de Paranaguá e as ruas do entorno também foram recuperadas.

Fonte: AEN – Agência Estadual de Notícias

MOMENTO SABOROSO – Palha Italiana

Palha Italiana.
Palha Italiana.

Ingredientes

1 lata(s) de leite condensado
3 colher(es) (sopa) de chocolate em pó
1 colher(es) (sopa) de margarina
1 pacote(s) de biscoito maisena

Como fazer

Coloque numa panela o leite condensado, o chocolate e a margarina.
Faça um brigadeiro mole.
Quando começar a soltar da panela, desligue o fogo.
Quebre o pacote de biscoitos de maisena e junte ao creme.
Unte uma forma com margarina e espalhe a massa.
Deixe esfriar e corte em pequenos quadrados.
Sirva.

Rendimento: 15 porções Tempo de Preparo: 20 minutos
Cozinha: Italiana
Receita indicada por Claudia Di Stasi

Retirado do Site: www.cybercook.com.br

Campo Mourão – Prefeita visita novo supervisor do DNIT

(c) Divulgação.
(c) Divulgação.

A prefeita Regina Dubay visitou na manhã desta sexta-feira (17) o supervisor do DNIT de Campo Mourão Elcio Guerino Filho. O encontro teve como finalidade tratar da instalação do semáforo da entrada do Lar Paraná e da conclusão da pavimentação da BR 487 ( Estrada Boiadeira). O engenheiro Paulo Inglês acompanhou o encontro.

Na oportunidade o Elcio Guerino informou que o projeto para a instalação do semáforo da entrada do Lar Paraná está sendo concluído. E a pavimentação da BR 487 também esta sendo concluída faltando aproximadamente três quilômetros do trecho que segue de Nova Brasília à Tuneiras do Oeste.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Campo Mourão – PR

Recife (PE) – Cachorro mascote dos bombeiros morre atropelado

(Foto: GBMar/Arquivo Pessoal).
(Foto: GBMar/Arquivo Pessoal).

Militares do Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) amanheceram tristes na manhã desta quarta-feira (15), dia seguinte da morte do cachorro mascote da coorporação, um vira-lata que vivia há 10 anos no local. “Jet” ganhou este nome por causa do costume do animal de correr atrás do jet ski utilizado pelos profissionais para realizar salvamentos na praia.

O “cachorro bombeiro”, como era conhecido, chegou por conta própria no grupamento e cativou a todos rapidamente. Segundo o Tenente Honorato, que convivia com o cão, Jet seguia os militares em caminhadas, simulações e salvamentos. “Ele era um animal muito esperto, andava conosco um percurso de 6 a 8 km, do Hospital da Aeronáutica para o Pina”, relata.

De acordo com o tenente, o cachorro era atento e latia quando via alguma vítima de afogamento. Quando o jet ski do GBMar entrava na água, o animal ia atrás e chegava a subir no veículo aquático algumas vezes. Em simulações, os bombeiros colocavam a alça do rescue tube, usado para salvamentos, no pescoço de Jet, que levava o equipamento até a “vítima”, que estava longe.

“Os militares, principalmente as mulheres, cuidavam de Jet, levando para o veterinário, dando comida e banho”, explica. Ainda segundo o tenente Honorato, o cachorro era conhecido nos arredores do quartel do GBMar, no bairro de Piedade, em Jabotão dos Guararapes, Grande Recife.

Na noite dessa terça, os bombeiros foram surpreendidos com a notícia de que Jet havia sido atropelado na Avenida Ayrton Senna, por trás do quartel do GBMar. Uma viatura chegou a ser enviada ao local, e foram feitos os primeiros socorros no cachorro. “Ele teve uma parada cardíaca, o socorro conseguiu reanimá-lo, mas foi só chegar no GBMar, ele olhou para onde estava, desmaiou e não voltou mais”, lamenta o tenente.

Jet foi sepultado em um local próximo ao quartel do GBMar, na noite da terça. Uma bandeira de guarda-vidas foi colocada, para lembrar do serviço prestado pelo cachorro bombeiro.

Quem também sente a falta do cachorro é a “viúva”, uma cadela que vive no grupamento. “Colocamos o nome de Bis, que é Bote Inflável de Salvamento. Ela era a namorada de Jet e ficou cheirando ele quando morreu”, conta. O GBMar não sabe quem teria atropelado o animal.

Fonte: NE 10

Retirado do Site: www.anda.jor.br

anda-logo-frase

ComCam – Encontro reúne gestores do esporte de todo o Paraná em Campo Mourão

Deputado Estadual e Secretário de Esportes e Turismo do Paraná, Douglas Fabrício.
Deputado Estadual e Secretário de Esportes e Turismo do Paraná, Douglas Fabrício.

Campo Mourão vai sediar nos dias 23 e 24 de abril o 3º Encontro de Gestores Públicos do Esporte. Promovido pela Secretaria Estadual do Esporte e do Turismo (SEET), o evento deve reunir prefeitos, secretários e diretores municipais ligados à área de todas as regiões do Estado.

Conforme o secretário do Esporte e do Turismo do Paraná, deputado estadual Douglas Fabrício, a programação do encontro prevê seminários sobre leis de incentivo ao esporte, além de discussões temáticas. “O evento também servirá para que os gestores apresentem projetos para seus municípios na área esportiva que, após selecionados por uma comissão técnica, receberão o apoio da Secretaria”, informa o secretário.

Cerca de 70 projetos já foram previamente cadastrados na secretaria em três categorias: rendimento, educacional e participação. Os gestores que tiverem propostas selecionadas passarão a uma segunda etapa, em que a SEET atuará como intermediária, em parceria com a Secretaria do Planejamento, entre o município e o Ministério do Esporte.

“Nosso corpo técnico estará à disposição dos municípios para auxiliar no enquadramento dos projetos à Lei de Incentivo ao Esporte (LIE)”, explica o secretário, que defende o desenvolvimento de programas que objetivem a inclusão e o combate às desigualdades. Ele também vê como papel da SEET o apoio ao processo de captação de recursos e gestão processual de convênios para os projetos inseridos na LIE. “O momento é de busca de parcerias e, nesse sentido, não pouparemos esforços para auxiliar os municípios”, comentou.

ESPORTE E TURISMO

O secretário ressaltou ainda a íntima ligação entre esporte e turismo. “As competições esportivas resultam em intenso intercâmbio entre atletas, técnicos e torcedores, promovendo o turismo e levando lazer aos municípios”, concluiu.
“Para nós é uma grande honra receber em nossa cidade este importante evento. Para nossa região é muito importante contar com a presença do deputado Douglas Fabrício, cidadão de Campo Mourão, no comando da Secretaria Estadual do Esporte e do Turismo, o que representa prestígio ao município e à região. É importante também a oportunidade de interação com os gestores participantes para troca de experiências e aproveitamento de projetos compatíveis com as necessidades locais”, disse o secretário de Esportes de Campo Mourão, Ricardo Echelmeier.

Fonte Assessoria de Imprensa Deputado Douglas Fabrício

Corrida Espacial – Sonda da Nasa inicia exploração de Plutão

Plutão tem cinco luas, uma atmosfera composta de nitrogênio, um sistema de estações complexo, características geológicas distintas e é composto principalmente de rocha e gelo.
Plutão tem cinco luas, uma atmosfera composta de nitrogênio, um sistema de estações complexo, características geológicas distintas e é composto principalmente de rocha e gelo.

Após nove anos de viagens e 4,8 bilhões de quilômetros, a sonda americana New Horizons começou a explorar Plutão para desvendar os mistérios do distante planeta anão e suas luas.

Depois de um longo período de hibernação de 1.873 dias para preservar seus instrumentos e sistemas eletrônicos, a sonda da agência espacial norte-americana (Nasa) começou a exploração de Plutão em 15 de janeiro, a uma distância de 260 milhões km.

Até agora, as imagens transmitidas são apenas pontos de luz que os cientistas da Nasa usam para guiar a nave ao seu destino, localizado precisamente a 12.500 km da superfície de Plutão, ponto mais próximo de sobrevoo.

A atmosfera em torno de Plutão, descoberta em 1930, faz com que seja impossível uma órbita ao redor do planeta, forçando a sonda para a observação remota.

Apesar da baixa luminosidade de Plutão e sua lua Caronte, a sonda New Horizons deve coletar dados sobre a geologia das duas estrelas e estabelecer uma topografia precisa.

“New Horizons está a caminho de Plutão, o maior e mais complexo de planetas anões no Cinturão de Kuiper”, um grande anel de detritos em torno do sistema solar, explicou Alan Stern, do Instituto de Pesquisa do Sudoeste (SWRI), principal cientista da missão.

“Este ‘encontro do século 21′ será uma exploração de impacto (…) sem igual desde as missões Voyager nos anos 1980″, disse terça-feira em conferência de imprensa. As duas sondas Voyager – entre elas uma que saiu do sistema solar – voou sobre os planetas Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e 48 de seus satélites.

“Com este voo sem precedentes em julho, nosso conhecimento sobre Plutão e suas luas vai aumentar de forma exponencial e eu não tenho nenhuma dúvida de que vamos fazer descobertas emocionantes”, disse John Grunsfeld, chefe de missões científicas da Nasa.

Menor que a Lua – Plutão, que tem cinco luas, tem uma atmosfera composta de nitrogênio, um sistema de estações complexo, características geológicas distintas e é composto principalmente de rocha e gelo.

O planeta anão gira em torno do sol em 247,7 anos. Com um diâmetro de 2300 km, é menor do que a Lua e tem uma massa 500 vezes inferior à da Terra. Plutão pode ter um oceano de água sob o gelo grosso, assim como sua lua Charon, onde poderia existir uma atmosfera.

Uma vez que a sonda tenha concluído sua missão de observação de Plutão e Caronte, ele poderia continuar sua jornada para se aproximar de outros objetos no Cinturão de Kuiper, uma vasta pilha de escombros para além da órbita de Netuno formada no momento do nascimento do sistema solar há 4,6 bilhões anos.

Graças ao telescópio espacial Hubble, a missão científica da New Horizons identificou três objetos potencialmente interessantes, que a sonda poderia ir vasculhar. Com um diâmetro de 25 a 55 km, estão a cerca de 1,5 bilhões de quilômetros da Plutão.

A nave espacial tem a bordo sete instrumentos, como espectrômetros de imagens em infravermelho e ultravioleta, duas câmeras com um telescópio de alta resolução, dois poderosos espectrômetros de partículas e um detector de poeira espacial.

A energia da sonda New Horizons depende de um único gerador termoelétrico e opera com menos eletricidade do que duas lâmpadas de 100 watts.

A Nasa também convida os internautas, até 24 de abril, a ajudar os cientistas a batizarem localizações geográficas de Plutão e suas luas.

Em 2006, a União Astronômica Internacional retirou o estatuto de planeta de Plutão dado seu pequeno tamanho – tendo sido enquadrado na categoria de planetas anões.

O sistema solar conta, hoje em dia, com apenas oito planetas.

(Fonte: UOL)

Retirado do Site: www.ambientebrasil.com.br – O Melhor Site Ambiental do País.

avanço – China pretende revisar lei de proteção de silvestres que estimula a exploração de animais

(da Redação)

Foto: Kenno McDonnell.
Foto: Kenno McDonnell.

A China está revisando sua lei de proteção de animais silvestres em meio à crescente vontade, no país, por uma mudança dramática na ênfase do texto. Por mais estranho que possa parecer hoje em dia, a lei chinesa em vigor foi pensada em parte para encorajar a venda de animais raros. As informações são do China Dialogue.

A legislação foi criada em 1989 e a venda de animais raros era uma forma de obter divisas em moedas estrangeiras numa época em que o país passava por importantes reformas econômicas. Ela tem sido amplamente criticada e é chamada de “lei de utilização animal”, já que incentiva que animais silvestres sejam treinados e reproduzidos em cativeiro, ao invés de conservados e protegidos.

Especialistas do país agora pedem que seja dada uma nova ênfase em favor dos animais e da conservação e dizem que a nova lei que está sendo discutida não dará certo se não se opuser ao comércio da fauna. Uma primeira versão do projeto será analisado pelo Congresso Nacional Popular ainda este ano, de acordo com a agência oficial de notícias Xinhua.

A destruição do habitat natural, a caça e a captura são as principais ameaças às populações de animais silvestres da China e críticos afirmam que a atual Lei de Proteção de Animais Silvestres simplesmente não pode fazer nada para impedir isso.

As opiniões em relação aos direitos dos animais na China estão mudando rapidamente. Chang Jiwen, vice-presidente do Instituto de Políticas para Meio Ambiente e Recursos (parte do Centro de Pesquisa em Desenvolvimento do Conselho de Estado), organizou recentemente um seminário no qual afirma que, há apenas cinco anos atrás, especialistas não teriam coragem de sugerir que o bem estar dos animais fosse incluído na atualização da lei.

Os presentes no seminário em geral concordaram que a atual destruição da vida silvestre na China dificilmente seria interrompida sem uma mudança no foco da legislação.

A atual lei de 1989 criou um sistema de autorizações para reprodução de animais silvestres. Essas autorizações são emitidas atualmente pela Administração Florestal do Estado. A ideia naquele momento era de que a melhor maneira de proteger animais ameaçados seria criar um mercado de treinamento e reprodução desses animais. O sucesso do país na reprodução de pandas em cativeiro é o garoto-propaganda mundial para o sucesso desse tipo de estratégia. Mesmo assim, os conservacionistas que trabalham com pandas também estão cada vez mais alarmados com as ameaças às populações de pandas selvagens.

Os conservacionistas estão cada vez mais críticos em relação ao apoio que a lei dá à reprodução de animais cativos. Mang Ping, professora na Faculdade Central de Socialismo, acredita que a linguagem atual da lei sobre “uso apropriado de recursos” e “desenvolvimento de mercado de treinamento e reprodução” são uma das principais razões pelas quais o número de animais silvestres diminuiu. Ela afirma que uma lei baseada em uso de recursos não consegue controlar de maneira eficiente a caça e o uso de armadilhas. “A reprodução de espécies ameaçadas serve apenas para o benefício dos ricos e das autoridades”, diz ela.

Ela aponta que a China tem cerca de 6 mil tigres em cativeiros, mas somente 30 na natureza.

Criadores muitas vezes capturam animais selvagens para passá-los adiante como se tivessem sido nascidos e criados em cativeiro, a fim de economizar custos e aumentar os lucros, de acordo com Qin Peng da Universidade de Chongqing.

Como resultado, oficiais têm séria dificuldade para distinguir entre tartarugas selvagens e nascidas em cativeiro, resultando em populações selvagens decrescentes e extinção, diz o especialista em tartarugas e vice-reitor da Universidade Normal Hainan, Shi Haitao.

Um relatório da World Animal Protection argumenta que a lei atual oferece proteção apenas com o objetivo de permitir a exploração de animais silvestres. “Somente quando o foco for em proteção é que esta lei merecerá este nome”.

Durante o encontro de 2013 do Congresso Nacional Popular, o delegado Luo Shenglian, que também é vice-reitor da Universidade Nanchang Hangkong, se uniu a outros 36 representantes para pedir a revisão da lei de proteção animal. Sua proposta, que atraiu muita atenção, exortava que se abandonasse o uso da frase “recurso de animais selvagens”, pois enfatizava a exploração da fauna ao invés de sua proteção.

Wang Song, zoologista da Academia Chinesa de Ciência, ajudou a escrever a lei há mais de 20 anos atrás e se diz surpreso que ela ainda não tenha sido revisada.

Há razões históricas por trás da ênfase em animais como recursos. Como Wang explica, “Naquela época nós queríamos usar nossos recursos para conseguir moedas estrangeiras para a nação. Quase 30 anos depois, as coisas estão diferentes e já passou da hora de se fazer uma mudança”.

Wang já afirmou ao jornal Beijing Times que, como o país precisava de crescimento econômico, animais selvagens eram vistos como recursos. “Naquela época, se escrevíamos algo sobre animais silvestres, falávamos sobre como eles poderiam ser usados na medicina, ou como a pele poderia ser aproveitada, ou como fazer produtos de exportação que poderiam trazer moeda estrangeira”.

Qing Jianhua liderou o departamento de proteção de florestes e fauna silvestre do antigo ministério de Florestas e representou o ministério durante as discussões da lei original. Numa entrevista ao Beijing Times, ele descreveu como o entendimento da China de animais silvestres evoluiu gradualmente. Em 1959, o ministério lançou instruções para proteger os “recursos de animais silvestres”, especificando também que esses recursos pertenciam ao Estado.

Anteriormente, animais silvestres não eram vistos como sendo propriedade de alguém e, logo, eram de quem os capturasse. Muitos animais também eram vistos como daninhos. O People’s Daily publicou artigos sobre “heróis caçadores de tigres” e governos locais remuneravam com uma cabra qualquer um que matasse um lobo.

Nos anos 80, o ministério enviou para a aprovação do Conselho de Estado regulações sobre manejo e proteção dos animais silvestres. No entanto, essas regulações foram alçadas ao status de lei para terem mais força. Levou oito anos para ser completada, mas em 1989 a Lei de Proteção de Animais Silvestres foi sancionada.

Xi Zhinong, um famoso conservacionista, classifica a reprodução de animais silvestres, encorajada pela lei, como uma “indústria do mal”. Ele questiona se o dinheiro que a China ganha a partir da exploração dos animais vale a pena para a reputação do país.

De acordo com Shi Haitao, a indústria vale 7,8 bilhões de yuans ao ano, ou cerca de 1,25 bilhões de dólares americanos, com mais de 20 mil empresas de reprodução ou de produtos para os animais: “7,8 bilhões de yuans para acabar com a nossa reputação!”, afirma.

Quando viaja ao exterior, Shi ouve muitas críticas pelos chineses comerem animais silvestres. “Eles chamam a China de cemitério para espécies de tartaruga”. Muitas conferências de acadêmicos ao redor do mundo são palco de ataques ao país pela caça aos animais selvagens que a própria lei estimula.

“Isso prejudica não só valiosos recursos naturais”, diz Shi. “Prejudica também a imagem nacional”. E para ele, se continuar assim, não vai sobrar nenhum animal na natureza.

Retirado do Site: www.anda.jor.br

anda-logo-frase

Mais vida – 4 dicas para se tornar um consumidor consciente

É necessário equilibrar as necessidades individuais com o impacto socioambiental do consumo.
É necessário equilibrar as necessidades individuais com o impacto socioambiental do consumo.

Neste domingo (15) comemora-se o Dia do Consumidor. Mesmo que pareça um tema simples, uma pesquisa realizada pelo Instituto Akatu mostrou que o assunto ainda é obscuro e de difícil compreensão para muitas pessoas. Para fazer parte do grupo de consumidores conscientes é necessário equilibrar as necessidades individuais com o impacto socioambiental do consumo. Essa preocupação precisa estar presente em todas as etapas, desde a compra até o descarte de qualquer produto.

Para tornar este caminho mais fácil, o próprio Instituto Akatu dá uma série de dicas que podem ser colocadas em prática no dia a dia. O CicloVivo separou cinco delas. Veja quais são:

1. Evite produtos descartáveis

Na hora de ir às compras, evite incluir descartáveis na lista. Este cuidado não está apenas associado aos utensílios que serão usados em um churrasco ou festa, mas também aos equipamentos feitos com baixa qualidade. Tenha sempre em mente que nem sempre o produto com o menor preço é realmente o mais barato. Escolha sempre os mais duráveis e, de preferência, que tenham garantias e selos de cuidado ambiental.

2. Não desperdice

Planeje bem as compras antes de fazê-las. Isso vale para alimentos, roupas, eletrônicos e qualquer outro bem de consumo. Faça listas e analise se as coisas são realmente necessárias. Isso evitará o desperdício de dinheiro e de matéria-prima. Para os alimentos, aproveite-os em sua totalidade sempre que possível. Se não der, destine os restos à compostagem. Para os outros bens: não jogue fora o que está fora de uso, doe. Sempre tem alguém precisando daquilo que você já não quer mais. Quando não for possível doar e o descarte se tornar a única opção, faça-o adequadamente, destinando os resíduos à reciclagem.

3. Analise a procedência

Antes de comprar qualquer coisa, busque saber a procedência e leia os rótulos e etiquetas. Veja onde foram produzidos e se estão de acordo com as normas sociais e ambientais. Dê preferência à produção local, para valorizar a própria comunidade.

4. Aproveite os benefícios da tecnologia

Os equipamentos tecnológicos têm oferecido cada vez mais opções que devem ser aproveitadas. Já é possível pagar por músicas on-line, livros e revistas eletrônicos, cursos à distância, fotos digitais, entre outras coisas. Sempre que possível, prefira as opções virtuais, principalmente para itens que serão usados por tempo limitado e curto. Essa escolha pode poupar uma boa quantidade de matéria-prima.

Redação CicloVivo

Retirado do Site: www.ciclovivo.com.br

logo_horizontal

SAÚDE COM CULTURA – Hospital do Estado é premiado por criar biblioteca para pacientes

O Hospital do Trabalhador, vinculado ao Governo do Estado, recebeu nesta quinta-feira (12), em Curitiba, um prêmio de reconhecimento pela implantação da primeira biblioteca do país destinada a pacientes de um hospital 100% público. O título foi concedido pela Rank Brasil, empresa especializada em recordes no país, e homenageia a equipe de voluntários da unidade que idealizou o projeto em 2014. Foto: Venilton Küchler/SESA
O Hospital do Trabalhador, vinculado ao Governo do Estado, recebeu nesta quinta-feira (12), em Curitiba, um prêmio de reconhecimento pela implantação da primeira biblioteca do país destinada a pacientes de um hospital 100% público. O título foi concedido pela Rank Brasil, empresa especializada em recordes no país, e homenageia a equipe de voluntários da unidade que idealizou o projeto em 2014. Foto: Venilton Küchler/SESA

O Hospital do Trabalhador, vinculado ao Governo do Estado, recebeu na quinta-feira (12), em Curitiba, um prêmio de reconhecimento pela implantação da primeira biblioteca do país destinada a pacientes de um hospital 100% público. O título foi concedido pela Rank Brasil, empresa especializada em recordes no país, e homenageia a equipe de voluntários da unidade que idealizou o projeto em 2014.

Mais de cinco mil livros já foram distribuídos gratuitamente a pacientes e acompanhantes que passaram pelo hospital nos últimos cinco meses. A iniciativa conta com o apoio de voluntários, profissionais de saúde, empresas parceiras e comunidade em geral, que também contribuem na doação e higienização dos livros.

O diretor-geral do Hospital, Geci Labres de Souza, explica que a ação faz parte das medidas adotadas para humanizar cada vez mais o atendimento aos pacientes. “Foi uma forma de tornar o ambiente hospitalar mais agradável, trazendo cultura e entretenimento aos pacientes e acompanhantes que devem permanecer por um certo período no hospital”, disse.

De acordo com o diretor da Rank Brasil, Luciano Cadari, o prêmio demonstra a relevância da iniciativa do hospital e significa um reconhecimento à atitude inovadora da equipe envolvida neste processo. “Durante meses, fizemos uma ampla pesquisa na rede pública de saúde e constatamos que não havia nada parecido nesta categoria. Por isso, podemos atestar que o título é totalmente válido”, revelou.

HUMANIZAÇÃO – A biblioteca do hospital tem ainda um diferencial. O livro cedido não precisa ser devolvido como nas bibliotecas tradicionais. O paciente pode levá-lo para casa mesmo após a alta médica. Os exemplares estão à disposição também dos usuários que vão ao hospital para consultas e exames no setor de ambulatório.

Willian de Almeida, de 14 anos, torceu o tornozelo jogando futebol e está internado no setor de pediatria do hospital há duas semanas. Ele conta que os dias têm sido difíceis longe de casa, mas a possibilidade de ver tevê e ler livros no leito ajudam a passar o tempo. Sua mãe, Solange de Almeida, também é favorável à ação. “Por causa do internamento, meu filho não pode voltar para a escola e por isso a leitura é importante para amenizar esse problema”, afirmou.

DOAÇÕES – Na cerimônia de entrega do prêmio, o Hospital do Trabalhador homenageou ainda o representante da editora RBC (Pão Diário), Weslei Oliveira, responsável pela doação da maior parte dos livros distribuídos até a agora. “É uma satisfação poder participar de um projeto como este. Todos os nossos colaboradores estão se envolvendo e doando também”, ressaltou.

Para que o serviço seja levado a mais pacientes, o voluntário e idealizador do projeto, Luciano José Oliveira, faz um apelo à população e aos empresários da região. “Precisamos de novos exemplares e contamos com a solidariedade dos paranaenses para ampliar o que está sendo feito”.

Quem quiser doar pode entrar em contato com a Gerência de Relações com a Comunidade do Hospital do Trabalhador pelo telefone (41) 3212-5700. A equipe da unidade pode fazer a retirada dos livros em Curitiba e Região Metropolitana ou os interessados podem entregar as doações no hospital.

Fonte: AEN – Agência Estadual de Notícias.

Campo Mourão – Prefeitura realiza obras de recape asfáltico na Rua Araruna

(c) Divulgação.
(c) Divulgação.

Depois de executar obras de recapeamento de pavimentação em diversas vias centrais a Prefeitura de Campo Mourão está revitalizando a pavimentação asfáltica na Rua Araruna, trecho entre as avenidas José Custódio de Oliveira e Afonso Botelho. Recentemente já foi recuperado um trecho da mesma rua, nas imediações da Perimetral Tancredo Neves.

A prefeita Regina Dubay esteve acompanhando os trabalhos na tarde de sexta-feira, 13, juntamente com o vereador Edilson Martins e ex-prefeito Nelson Tureck, quando conversou com moradores e com o pastor da Igreja Assembléia de Deus, José Anunciação. Regina falou do projeto de revitalização da pavimentação, que vem envolvendo diversas vias da cidade e destacou que as obras vêm sendo realizadas com recursos próprios do município, como resultado de uma ampla economia em praticamente todos os setores.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Campo Mourão