avanço – China pretende revisar lei de proteção de silvestres que estimula a exploração de animais

(da Redação)

Foto: Kenno McDonnell.
Foto: Kenno McDonnell.

A China está revisando sua lei de proteção de animais silvestres em meio à crescente vontade, no país, por uma mudança dramática na ênfase do texto. Por mais estranho que possa parecer hoje em dia, a lei chinesa em vigor foi pensada em parte para encorajar a venda de animais raros. As informações são do China Dialogue.

A legislação foi criada em 1989 e a venda de animais raros era uma forma de obter divisas em moedas estrangeiras numa época em que o país passava por importantes reformas econômicas. Ela tem sido amplamente criticada e é chamada de “lei de utilização animal”, já que incentiva que animais silvestres sejam treinados e reproduzidos em cativeiro, ao invés de conservados e protegidos.

Especialistas do país agora pedem que seja dada uma nova ênfase em favor dos animais e da conservação e dizem que a nova lei que está sendo discutida não dará certo se não se opuser ao comércio da fauna. Uma primeira versão do projeto será analisado pelo Congresso Nacional Popular ainda este ano, de acordo com a agência oficial de notícias Xinhua.

A destruição do habitat natural, a caça e a captura são as principais ameaças às populações de animais silvestres da China e críticos afirmam que a atual Lei de Proteção de Animais Silvestres simplesmente não pode fazer nada para impedir isso.

As opiniões em relação aos direitos dos animais na China estão mudando rapidamente. Chang Jiwen, vice-presidente do Instituto de Políticas para Meio Ambiente e Recursos (parte do Centro de Pesquisa em Desenvolvimento do Conselho de Estado), organizou recentemente um seminário no qual afirma que, há apenas cinco anos atrás, especialistas não teriam coragem de sugerir que o bem estar dos animais fosse incluído na atualização da lei.

Os presentes no seminário em geral concordaram que a atual destruição da vida silvestre na China dificilmente seria interrompida sem uma mudança no foco da legislação.

A atual lei de 1989 criou um sistema de autorizações para reprodução de animais silvestres. Essas autorizações são emitidas atualmente pela Administração Florestal do Estado. A ideia naquele momento era de que a melhor maneira de proteger animais ameaçados seria criar um mercado de treinamento e reprodução desses animais. O sucesso do país na reprodução de pandas em cativeiro é o garoto-propaganda mundial para o sucesso desse tipo de estratégia. Mesmo assim, os conservacionistas que trabalham com pandas também estão cada vez mais alarmados com as ameaças às populações de pandas selvagens.

Os conservacionistas estão cada vez mais críticos em relação ao apoio que a lei dá à reprodução de animais cativos. Mang Ping, professora na Faculdade Central de Socialismo, acredita que a linguagem atual da lei sobre “uso apropriado de recursos” e “desenvolvimento de mercado de treinamento e reprodução” são uma das principais razões pelas quais o número de animais silvestres diminuiu. Ela afirma que uma lei baseada em uso de recursos não consegue controlar de maneira eficiente a caça e o uso de armadilhas. “A reprodução de espécies ameaçadas serve apenas para o benefício dos ricos e das autoridades”, diz ela.

Ela aponta que a China tem cerca de 6 mil tigres em cativeiros, mas somente 30 na natureza.

Criadores muitas vezes capturam animais selvagens para passá-los adiante como se tivessem sido nascidos e criados em cativeiro, a fim de economizar custos e aumentar os lucros, de acordo com Qin Peng da Universidade de Chongqing.

Como resultado, oficiais têm séria dificuldade para distinguir entre tartarugas selvagens e nascidas em cativeiro, resultando em populações selvagens decrescentes e extinção, diz o especialista em tartarugas e vice-reitor da Universidade Normal Hainan, Shi Haitao.

Um relatório da World Animal Protection argumenta que a lei atual oferece proteção apenas com o objetivo de permitir a exploração de animais silvestres. “Somente quando o foco for em proteção é que esta lei merecerá este nome”.

Durante o encontro de 2013 do Congresso Nacional Popular, o delegado Luo Shenglian, que também é vice-reitor da Universidade Nanchang Hangkong, se uniu a outros 36 representantes para pedir a revisão da lei de proteção animal. Sua proposta, que atraiu muita atenção, exortava que se abandonasse o uso da frase “recurso de animais selvagens”, pois enfatizava a exploração da fauna ao invés de sua proteção.

Wang Song, zoologista da Academia Chinesa de Ciência, ajudou a escrever a lei há mais de 20 anos atrás e se diz surpreso que ela ainda não tenha sido revisada.

Há razões históricas por trás da ênfase em animais como recursos. Como Wang explica, “Naquela época nós queríamos usar nossos recursos para conseguir moedas estrangeiras para a nação. Quase 30 anos depois, as coisas estão diferentes e já passou da hora de se fazer uma mudança”.

Wang já afirmou ao jornal Beijing Times que, como o país precisava de crescimento econômico, animais selvagens eram vistos como recursos. “Naquela época, se escrevíamos algo sobre animais silvestres, falávamos sobre como eles poderiam ser usados na medicina, ou como a pele poderia ser aproveitada, ou como fazer produtos de exportação que poderiam trazer moeda estrangeira”.

Qing Jianhua liderou o departamento de proteção de florestes e fauna silvestre do antigo ministério de Florestas e representou o ministério durante as discussões da lei original. Numa entrevista ao Beijing Times, ele descreveu como o entendimento da China de animais silvestres evoluiu gradualmente. Em 1959, o ministério lançou instruções para proteger os “recursos de animais silvestres”, especificando também que esses recursos pertenciam ao Estado.

Anteriormente, animais silvestres não eram vistos como sendo propriedade de alguém e, logo, eram de quem os capturasse. Muitos animais também eram vistos como daninhos. O People’s Daily publicou artigos sobre “heróis caçadores de tigres” e governos locais remuneravam com uma cabra qualquer um que matasse um lobo.

Nos anos 80, o ministério enviou para a aprovação do Conselho de Estado regulações sobre manejo e proteção dos animais silvestres. No entanto, essas regulações foram alçadas ao status de lei para terem mais força. Levou oito anos para ser completada, mas em 1989 a Lei de Proteção de Animais Silvestres foi sancionada.

Xi Zhinong, um famoso conservacionista, classifica a reprodução de animais silvestres, encorajada pela lei, como uma “indústria do mal”. Ele questiona se o dinheiro que a China ganha a partir da exploração dos animais vale a pena para a reputação do país.

De acordo com Shi Haitao, a indústria vale 7,8 bilhões de yuans ao ano, ou cerca de 1,25 bilhões de dólares americanos, com mais de 20 mil empresas de reprodução ou de produtos para os animais: “7,8 bilhões de yuans para acabar com a nossa reputação!”, afirma.

Quando viaja ao exterior, Shi ouve muitas críticas pelos chineses comerem animais silvestres. “Eles chamam a China de cemitério para espécies de tartaruga”. Muitas conferências de acadêmicos ao redor do mundo são palco de ataques ao país pela caça aos animais selvagens que a própria lei estimula.

“Isso prejudica não só valiosos recursos naturais”, diz Shi. “Prejudica também a imagem nacional”. E para ele, se continuar assim, não vai sobrar nenhum animal na natureza.

Retirado do Site: www.anda.jor.br

anda-logo-frase

Mais vida – 4 dicas para se tornar um consumidor consciente

É necessário equilibrar as necessidades individuais com o impacto socioambiental do consumo.
É necessário equilibrar as necessidades individuais com o impacto socioambiental do consumo.

Neste domingo (15) comemora-se o Dia do Consumidor. Mesmo que pareça um tema simples, uma pesquisa realizada pelo Instituto Akatu mostrou que o assunto ainda é obscuro e de difícil compreensão para muitas pessoas. Para fazer parte do grupo de consumidores conscientes é necessário equilibrar as necessidades individuais com o impacto socioambiental do consumo. Essa preocupação precisa estar presente em todas as etapas, desde a compra até o descarte de qualquer produto.

Para tornar este caminho mais fácil, o próprio Instituto Akatu dá uma série de dicas que podem ser colocadas em prática no dia a dia. O CicloVivo separou cinco delas. Veja quais são:

1. Evite produtos descartáveis

Na hora de ir às compras, evite incluir descartáveis na lista. Este cuidado não está apenas associado aos utensílios que serão usados em um churrasco ou festa, mas também aos equipamentos feitos com baixa qualidade. Tenha sempre em mente que nem sempre o produto com o menor preço é realmente o mais barato. Escolha sempre os mais duráveis e, de preferência, que tenham garantias e selos de cuidado ambiental.

2. Não desperdice

Planeje bem as compras antes de fazê-las. Isso vale para alimentos, roupas, eletrônicos e qualquer outro bem de consumo. Faça listas e analise se as coisas são realmente necessárias. Isso evitará o desperdício de dinheiro e de matéria-prima. Para os alimentos, aproveite-os em sua totalidade sempre que possível. Se não der, destine os restos à compostagem. Para os outros bens: não jogue fora o que está fora de uso, doe. Sempre tem alguém precisando daquilo que você já não quer mais. Quando não for possível doar e o descarte se tornar a única opção, faça-o adequadamente, destinando os resíduos à reciclagem.

3. Analise a procedência

Antes de comprar qualquer coisa, busque saber a procedência e leia os rótulos e etiquetas. Veja onde foram produzidos e se estão de acordo com as normas sociais e ambientais. Dê preferência à produção local, para valorizar a própria comunidade.

4. Aproveite os benefícios da tecnologia

Os equipamentos tecnológicos têm oferecido cada vez mais opções que devem ser aproveitadas. Já é possível pagar por músicas on-line, livros e revistas eletrônicos, cursos à distância, fotos digitais, entre outras coisas. Sempre que possível, prefira as opções virtuais, principalmente para itens que serão usados por tempo limitado e curto. Essa escolha pode poupar uma boa quantidade de matéria-prima.

Redação CicloVivo

Retirado do Site: www.ciclovivo.com.br

logo_horizontal

SAÚDE COM CULTURA – Hospital do Estado é premiado por criar biblioteca para pacientes

O Hospital do Trabalhador, vinculado ao Governo do Estado, recebeu nesta quinta-feira (12), em Curitiba, um prêmio de reconhecimento pela implantação da primeira biblioteca do país destinada a pacientes de um hospital 100% público. O título foi concedido pela Rank Brasil, empresa especializada em recordes no país, e homenageia a equipe de voluntários da unidade que idealizou o projeto em 2014. Foto: Venilton Küchler/SESA
O Hospital do Trabalhador, vinculado ao Governo do Estado, recebeu nesta quinta-feira (12), em Curitiba, um prêmio de reconhecimento pela implantação da primeira biblioteca do país destinada a pacientes de um hospital 100% público. O título foi concedido pela Rank Brasil, empresa especializada em recordes no país, e homenageia a equipe de voluntários da unidade que idealizou o projeto em 2014. Foto: Venilton Küchler/SESA

O Hospital do Trabalhador, vinculado ao Governo do Estado, recebeu na quinta-feira (12), em Curitiba, um prêmio de reconhecimento pela implantação da primeira biblioteca do país destinada a pacientes de um hospital 100% público. O título foi concedido pela Rank Brasil, empresa especializada em recordes no país, e homenageia a equipe de voluntários da unidade que idealizou o projeto em 2014.

Mais de cinco mil livros já foram distribuídos gratuitamente a pacientes e acompanhantes que passaram pelo hospital nos últimos cinco meses. A iniciativa conta com o apoio de voluntários, profissionais de saúde, empresas parceiras e comunidade em geral, que também contribuem na doação e higienização dos livros.

O diretor-geral do Hospital, Geci Labres de Souza, explica que a ação faz parte das medidas adotadas para humanizar cada vez mais o atendimento aos pacientes. “Foi uma forma de tornar o ambiente hospitalar mais agradável, trazendo cultura e entretenimento aos pacientes e acompanhantes que devem permanecer por um certo período no hospital”, disse.

De acordo com o diretor da Rank Brasil, Luciano Cadari, o prêmio demonstra a relevância da iniciativa do hospital e significa um reconhecimento à atitude inovadora da equipe envolvida neste processo. “Durante meses, fizemos uma ampla pesquisa na rede pública de saúde e constatamos que não havia nada parecido nesta categoria. Por isso, podemos atestar que o título é totalmente válido”, revelou.

HUMANIZAÇÃO – A biblioteca do hospital tem ainda um diferencial. O livro cedido não precisa ser devolvido como nas bibliotecas tradicionais. O paciente pode levá-lo para casa mesmo após a alta médica. Os exemplares estão à disposição também dos usuários que vão ao hospital para consultas e exames no setor de ambulatório.

Willian de Almeida, de 14 anos, torceu o tornozelo jogando futebol e está internado no setor de pediatria do hospital há duas semanas. Ele conta que os dias têm sido difíceis longe de casa, mas a possibilidade de ver tevê e ler livros no leito ajudam a passar o tempo. Sua mãe, Solange de Almeida, também é favorável à ação. “Por causa do internamento, meu filho não pode voltar para a escola e por isso a leitura é importante para amenizar esse problema”, afirmou.

DOAÇÕES – Na cerimônia de entrega do prêmio, o Hospital do Trabalhador homenageou ainda o representante da editora RBC (Pão Diário), Weslei Oliveira, responsável pela doação da maior parte dos livros distribuídos até a agora. “É uma satisfação poder participar de um projeto como este. Todos os nossos colaboradores estão se envolvendo e doando também”, ressaltou.

Para que o serviço seja levado a mais pacientes, o voluntário e idealizador do projeto, Luciano José Oliveira, faz um apelo à população e aos empresários da região. “Precisamos de novos exemplares e contamos com a solidariedade dos paranaenses para ampliar o que está sendo feito”.

Quem quiser doar pode entrar em contato com a Gerência de Relações com a Comunidade do Hospital do Trabalhador pelo telefone (41) 3212-5700. A equipe da unidade pode fazer a retirada dos livros em Curitiba e Região Metropolitana ou os interessados podem entregar as doações no hospital.

Fonte: AEN – Agência Estadual de Notícias.

Campo Mourão – Prefeitura realiza obras de recape asfáltico na Rua Araruna

(c) Divulgação.
(c) Divulgação.

Depois de executar obras de recapeamento de pavimentação em diversas vias centrais a Prefeitura de Campo Mourão está revitalizando a pavimentação asfáltica na Rua Araruna, trecho entre as avenidas José Custódio de Oliveira e Afonso Botelho. Recentemente já foi recuperado um trecho da mesma rua, nas imediações da Perimetral Tancredo Neves.

A prefeita Regina Dubay esteve acompanhando os trabalhos na tarde de sexta-feira, 13, juntamente com o vereador Edilson Martins e ex-prefeito Nelson Tureck, quando conversou com moradores e com o pastor da Igreja Assembléia de Deus, José Anunciação. Regina falou do projeto de revitalização da pavimentação, que vem envolvendo diversas vias da cidade e destacou que as obras vêm sendo realizadas com recursos próprios do município, como resultado de uma ampla economia em praticamente todos os setores.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Campo Mourão

Momento Saboroso – Frango Caprese

Momento Saboroso – Frango Caprese

Frango Caprese.
Frango Caprese.

Ingredientes

400 gr de frango inteiro cozido(s)
8 fatia(s) de mussarela
2 unidade(s) de tomate
2 colher(es) (sopa) de azeite
quanto baste de sal
quanto baste de pimenta-do-reino branca
1 ramo(s) de manjericão
2 colher(es) (chá) de vinagre balsâmico

Como fazer

corte o frango em pedaços.
Aqueça frango na panela, forno ou microondas, só tome cuidado para não cozinhar demais.
Depois coloque-o em uma assadeira.
Alterne fatias de tomate e mussarela em cada pedaço de frango e finalize com azeite.
Coloque os frangos na parte mais alta do forno – cerca de 8 centímetros abaixo da fonte de calor – por 3 ou 4 minutes, ou até que o queijo começa a derreter.
Retire do forno, regue algumas gotas de vinagre balsâmico e polvilhe com manjericão fresco.

Rendimento: 4 porções

Fotos por: Divulgação.

Retirado do Site: www.cybercook.com.br

Exemplo – Prefeitura dá desconto no IPTU para quem adotar um animal abandonado – SC

Desconto no IPTU para quem adotar animais abandonados.
Desconto no IPTU para quem adotar animais abandonados.

Fico tão feliz que companheiros de Araquari conseguiram o que tentei aqui no Rio de Janeiro. Quando apresentei um PL pela primeira vez, recebi um parecer de inconstitucionalidade da Câmara dos Vereadores e na segunda, municiada de argumentações contrárias a tal parecer, não consegui vereador disponível para apresentar o PL. Com o tempo, desisti.

Espero que outras prefeituras sigam o exemplo desta cidade. Pelo que sei, é a primeira Prefeitura que sancionou a lei. Tentativas tem pelo país afora, mas, nada decidido…. bem, salvo total desconhecimento de minha parte…..
—————————————

A prefeitura de Araquari, em Santa Catarina, sancionou uma lei que garante desconto no IPTU a quem adotar um animal abandonado. A iniciativa vai funcionar com a ajuda de uma ONG de proteção aos animais da cidade. A entidade ficará responsável por cadastrar os interessados em adotar e por vacinar os animais antes de entregá-los aos novos donos. Além disso, os pets ainda receberão microchips de identificação com nome, sexo, raça e telefone do tutor.

A lei 2917/2014 funciona progressivamente e o desconto no IPTU pode variar de 20% a 50%. Quanto maior o cuidado do dono com o animal, maior o valor abatido. Segundo a prefeitura de Araquari, medidas também serão tomadas para fiscalizar a adoção dos bichos. Para evitar pessoas más intencionadas, apenas interessadas no desconto, agentes do governo ficarão responsáveis por visitar as casas dos tutores. Caso sejam constatados maus-tratos, o beneficio será suspenso automaticamente.

Fonte: Correio Brasiliense

Retirado do Site www.ogritodobicho.com

 

Momento Saboroso – Picanha Assada no Forno

Ingredientes:

1 unidade(s) de Friboi
quanto baste de sal grosso

Como fazer:

Pegue uma assadeira e forre com papel alumínio.
Passe uma camada de sal grosso apenas do lado da gordura da picanha e a embrulhe no papel alumínio.
Cuidado para não rasgar o papel.
Leve ao forno médio por uma hora e meia, e sirva fatiada, com arroz branco.
É uma delícia!.

Rendimento: 10 porções

Tempo de Preparo: 1 hora e 30 minutos

Cozinha: Brasileira

Picanha assada no forno (c) cybercook.
Picanha assada no forno (c) cybercook.

Receita indicada por JOÃO ANTONIO VACARO

Retirado do Site: www.cybercook.com.br

SOLIDARIEDADE – Cresce número de doações de órgãos e transplantes no Paraná

De janeiro a novembro deste ano foram realizados no Paraná 417 transplantes, contra 152 em 2010, um aumento de 175% em apenas três anos. Foto: Venilton Kuchler/SESA
De janeiro a novembro deste ano foram realizados no Paraná 417 transplantes, contra 152 em 2010, um aumento de 175% em apenas três anos. Foto: Venilton Kuchler/SESA

O Estado do Paraná obteve um excelente desempenho na área de transplantes e doações de órgãos em janeiro. Em comparação com o mesmo período do ano passado, o número de doações concretizadas dobrou – passando de 12 para 24 – enquanto o número de transplantes aumentou em 85%, subindo de 21 para 39 procedimentos.

De acordo com o secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto, os dados apontam que o trabalho de esclarecimento da população e capacitação das equipes envolvidas no processo de captação e transplantes está dando resultado. “Esses números mostram que o Paraná está no caminho certo para reduzir ainda mais a fila de espera por um órgão. São cerca de 2 mil paranaenses que ainda dependem deste gesto de amor e solidariedade”, disse.

A partir de 2011, o Governo do Paraná adotou uma série de medidas para melhorar o fluxo de captações e transplantes no Estado. Uma das ações foi a ampliação do uso da frota aérea estadual para o transporte de órgãos e equipes médicas. Todas as mudanças fizeram que o Paraná saltasse do décimo para o terceiro lugar no ranking de Estados com os melhores desempenhos no setor de transplantes.

FILA – Contudo, a lista de espera por um transplante de órgão no Paraná ainda tem 2.148 pacientes cadastrados. Destes, 1.556 já estão totalmente aptos a serem submetidos ao procedimento. Os outros 592 ainda são considerados receptadores inativos, pois precisam de exames complementares.

Atualmente, a maior demanda é por transplantes de rim, com 1.119 pacientes ativos na fila. Em seguida, vêm os pacientes que necessitam de córnea (289), fígado (102) e coração (38).

Outro dado de destaque no balanço de janeiro de 2015 diz respeito ao número de notificações de potenciais doadores. Neste período foram 70 casos, contra 44 identificados em 2014.

Segundo a diretora da Central Estadual de Transplantes, Arlene Badoch, esse aumento reflete a excelência no trabalho desenvolvido por todos os profissionais envolvidos no processo de doação/transplante. “O aumento nas doações é fruto de uma mudança de conceito promovida através das campanhas de conscientização. Hoje em dia a população está mais solidária e aberta a falar da doação dentro do ambiente familiar”, conta.

CAMPANHA – Para se tornar um doador de órgãos, basta comunicar sua família. Inclusive, este é o tema da campanha “Fale sobre isso”, lançada pelo Governo do Estado em setembro do ano passado. “A doação só ocorre com autorização dos parentes mais próximos. Por isso, ressaltamos a importância das pessoas conversarem com seus familiares e expressarem o desejo de se tornarem doadores após a morte”, explicou Badoch.

A mobilização envolve empresas e instituições parceiras de diversas regiões do Paraná. As ações vão desde inserção da logo em rótulo de produtos comerciais de grande alcance e visualização, divulgação em sites e até palestras com os funcionários.

A Federação Paranaense de Futebol (FPF), por exemplo, incluiu o texto da campanha em seus impressos, tabelas de jogos e informativos eletrônicos relativos ao Campeonato Paranaense de Futebol de 2015. Durante o arbitral do torneio, também foram expostos materiais da campanha para sensibilizar os dirigentes dos clubes participantes.

O presidente da FPF, Hélio Cury, afirma que a iniciativa utiliza o alcance do futebol para chamar a atenção dos torcedores sobre a importância da causa dos transplantes. “É uma satisfação poder participar desta campanha que ajuda a salvar vidas. Através de nossos materiais, temos alcançado milhares de pessoas que de alguma forma se relacionam com as ligas profissionais e amadoras vinculadas à federação”, destacou.

Fonte: AEN – Agência Estadual de Notícias

Vida Sustentável – 14 dicas para gastar menos combustível na hora de dirigir

A mudança de alguns hábitos na hora de dirigir trará uma grande economia para o seu bolso.  Foto :Mayra Rosa/CicloVivo
A mudança de alguns hábitos na hora de dirigir trará uma grande economia para o seu bolso.
Foto :Mayra Rosa/CicloVivo

Os automóveis são um dos maiores responsáveis pelo consumo de petróleo e emissões de gás carbônico no mundo. Com algumas dicas elaboradas pela seguradora Allianz, é possível reduzir o consumo de combustível, e consequentemente, poupar o meio ambiente. Além disso, a mudança de alguns hábitos na hora de dirigir trará uma grande economia para o seu bolso.

1. Atenção aos pneus

De acordo com a Agência de Informações em Energia dos Estados Unidos, a eficiência dos pneus poderia economizar aproximadamente 800 mil barris de petróleo por dia.

Verifique uma vez por mês a pressão dos pneus – os pneus perdem 0,15 bar de pressão em 30 dias – e certifique-se de fazer isso quando eles estiverem frios. Calibre os pneus do seu carro conforme a recomendação do fabricante e cuide para que as rodas estejam devidamente alinhadas.

2. Não fique em ponto morto

Quando estiver em um congestionamento, desligue o motor se achar que vai ficar parado por mais de um ou dois minutos. Desligando o motor, mesmo que seja por um curto intervalo, você economiza mais combustível do que o que gasta ao dar a partida no motor.

3. Marcha lenta

Num veículo manual, observe o conta-giros e mude a marcha antes de chegar a 2.500 rpm (gasolina) ou 2.000 rpm (diesel). Nessas faixas de rotação, o motor é mais eficiente em termos de consumo de combustível.

As transmissões automáticas trocarão as marchas com mais eficácia se você aliviar um pouco a pressão do pé no acelerador logo que o carro embalar. Sempre que puder manter uma velocidade constante, tente usar a marcha mais alta possível.

4. Mantenha a distância

Mantenha uma distância razoável do carro à sua frente para poder antecipar as manobras e acompanhar o fluxo do trânsito. Isso evita acelerações desnecessárias e freadas que acabam gastando combustível. Além disso, é bem mais seguro.

A distância segura mínima entre você e o carro à sua frente é de três segundos. Ao avistar tráfego parado mais adiante, tire o pé do acelerador e deixe que a perda de potência do motor desacelere o carro. Não espere para frear no último minuto.

5. Desacelere

Mais da metade dos motoristas britânicos abordados em uma pesquisa no início de 2011 afirmaram que a reação deles diante dos aumentos no preço da gasolina seria desacelerar.

Isso porque acima de 90 km/h o consumo de combustível aumenta de modo significativo. A 110 km/h, o carro consome 25% mais combustível do que a 90 km/h. Usar o controle de velocidade em trechos mais longos de estrada ajuda o carro a manter velocidade constante e acaba economizando combustível.

6. Desligue o ar-condicionado

Use o ar-condicionado com moderação, já que ele aumenta significativamente o consumo de combustível. O ar-condicionado ligado pode representar 10% a mais no gasto de combustível. Porém, acima de 80 km/h é melhor ligar a climatização do que andar com janela aberta, pois isso gera arrasto aerodinâmico. Para quem roda em velocidade mais alta, a alternativa é usar as entradas de ar, mas sem ligar o ar-condicionado. Estacionar em locais sombreados também ajuda a reduzir o uso da climatização.

7. Perca peso

Não, não estamos falando de você! Mas vale a pena deixar seu carro mais enxuto. Como qualquer peso extra consome mais combustível, retire tudo que é desnecessário de dentro do carro. Um excesso de 48 kg pode aumentar em 2% a sua conta no posto. Mas não vá comprometer a segurança: mantenha o estepe, o macaco e as ferramentas no devido lugar.

8. Reduza o arrasto

Há uma boa razão para os carros mais velozes do mundo terem formas que lembram uma bala ou um avião. Formas alongadas e aerodinâmicas reduzem o atrito e o arrasto do vento, portanto reduzem a quantidade de energia exigida para impulsionar o veículo.

Racks e bagageiros no teto e porta-bicicletas afetam sensivelmente a aerodinâmica do seu carro e reduzem a eficiência do consumo de combustível. Portanto, retire esses acessórios quando não estiverem em uso. Manter janelas ou teto solar abertos também aumenta a resistência do ar e o consumo de combustível em até mais de 20% quando em alta velocidade.

9. Desligue os acessórios

Antes de dar a partida, certifique-se de desligar todos os acessórios que consomem energia. Desse modo você diminui a carga exigida do motor na próxima vez que ligá-lo.

Acessórios conectáveis ao acendedor do carro, tais como consoles de TV para minivans e utilitários (SUVs), podem forçar o alternador a trabalhar mais para gerar corrente extra. Desligue o aquecedor, os desembaçadores do para-brisa traseiro e os faróis quando não precisar deles.

10. Partida rápida

Certifique-se de que você está pronto para sair antes de dar a partida no motor. A não ser que você more em um local muito frio, a maioria dos carros não precisa ‘esquentar o motor’ antes de sair rodando.

11. Você não é motorista de fuga

Evite dirigir de forma agressiva e sair cantando os pneus como nos filmes de ação. Assim como as freadas bruscas, isso só serve para gastar combustível sem necessidade. No tráfego urbano, cerca de 50% da energia necessária para impulsionar seu carro é usada na aceleração. Portanto, vá com calma, que você chega lá.

Mude as marchas e passe logo para a marcha mais alta assim que puder, e sem acelerar mais que o necessário. Dirigir em marchas mais baixas que o necessário é um desperdício de combustível.

12. Distribua a carga

Ninguém precisa dirigir sozinho. Com um pouco de planejamento e boa comunicação, é possível poupar combustível e emissões de CO2, além de não congestionar as ruas. Pessoas que saem da mesma rua ou do mesmo prédio para ir ao centro da cidade ou até a escola do bairro podem usar um carro só, em vez de dois ou três.

Cada litro de combustível usado emite mais de 2,5 kg de CO2. Seja no rodízio com colegas para ir trabalhar ou num passeio com amigos, compartilhar o automóvel é uma atitude sensata.

13. Corte os deslocamentos curtos

Motores levam tempo para atingir a temperatura que possibilita uma eficiência ótima no consumo de combustível, e os conversores catalíticos que reduzem emissões podem levar até oito quilômetros para se tornar eficazes. Por isso os veículos são menos eficientes no consumo e mais poluentes no início de um percurso ou em trajetos curtos.

Infelizmente, mais da metade de todas as viagens de carro na Europa têm menos de cinco quilômetros, segundo a Comissão Europeia. Tente combinar um percurso curto com outro mais longo ou, melhor ainda, vá a pé ou de bicicleta.

14. Cuide da manutenção do carro

Cuide bem do seu carro. Faça manutenção regularmente, seguindo as instruções do fabricante. Um motor mal regulado pode gastar muito mais combustível e gerar mais emissões do que um motor bem mantido.

Filtros de ar e óleo do motor sujos também podem aumentar o consumo de combustível. Troque o óleo quando necessário e certifique-se de usar o mais adequado para seu motor.

Redação Ciclo Vivo

logo_horizontal

Campo Mourão – Carnaval Popular da Família aconteceu no Lar Paraná e na Asa Leste

A Prefeita Regina Dubay participou da Festa.
A Prefeita Regina Dubay participou da Festa.

Uma tarde com muita animação da Banda Municipal e som eletrônico reuniu pessoas de todas as idades no sábado, 14, no Lar Paraná e na região da Asa Leste. Foi o Carnaval Popular da Família promovido pelo Município de Campo Mourão, através da Fecam (Fundação de Esportes) e Fundacam (Fundação Cultural).

No Lar Paraná a programação aconteceu no Projeto Abrace enquanto que na Asa Leste a festa popular foi no Centro da Juventude Itachir Tagliari. Um bom número de mourãoenses compareceu aos dois locais e caiu na folia, aproveitando bem a festividade que acontece em todo país neste período.A participação na também denominada “matinê” foi gratuita e sem limites de idade.

A prefeita Regina Dubay esteve nos dois locais, juntamente com a Secretária Especial da Cultura, Sonia Singer e o Secretário Especial do Esporte, Recreação e Lazer; Ricardo Arty Echelmeier. Quem também esteve prestigiando foi a vereadora Nelita Piacentini. Os foliões, cada um ao seu estilo, se enfeitaram para participarem, todos com motivos carnavalescos.

“É de grande importância e valor podermos trazer esta diversão a nossa comunidade, fazendo reviver em todos a magia e a alegria do carnaval, evidentemente, de forma direita e sem exageros, para que as famílias possam participar sem nenhum receio”, disse a prefeita Regina.

Fonte: Assessoria de Imprensa de Prefeitura de Campo Mourão