MAIO AMARELO – Transportar animais no carro requer atenção e cuidado

Transportar animais no carro requer atenção e cuidado. Foto: Divulgação
Transportar animais no carro requer atenção e cuidado. Foto: Divulgação

Ao levar animais de estimação no carro é preciso tomar alguns cuidados e seguir o que a legislação de trânsito estabelece para segurança do bichinho e dos demais passageiros “Levar um bicho de estimação solto no veículo pode causar acidentes e colocar em risco não só a vida do animal, mas também do condutor, passageiros e dos outros motoristas ao redor”, diz o diretor-geral do Detran Paraná, Marcos Traad.

O correto é transportar os animais com cinto, no banco de trás ou em caixa de transportes exclusiva. “Caso contrário a visibilidade do motorista fica comprometida, o que pode causar freadas bruscas e até acidente”, orienta Noedy Bertazzi, da coordenadoria de educação para o trânsito do Detran.

Para cães em viagens longas, o ideal é utilizar uma caixa de transporte. Já para passeios rápidos, usar o cinto peitoral, que fica preso ao cinto de segurança do carro, e não machuca o animal.

Gatos devem ser transportados em caixas, pois se assustam com facilidade. Peixes devem ser deslocados apenas em sacos plásticos e os passarinhos em gaiolas.

INFRAÇÕES – O número de infrações por transporte irregular de animais é pequeno no Estado. Segundo o Detran, de janeiro até abril deste ano, as infrações por conduzir animais nas partes externas do veículo e conduzir o veículo transportando animais a sua esquerda ou entre braços e pernas, somam 228 multas. Entre os municípios com mais autuação, estão Curitiba, com 66 multas, Maringá com 40 e Londrina com 23 autos.

Segundo estudo da Sociedade União Infantil Protetora dos Animais, se um motorista transporta um cão de dez quilos no banco traseiro, sem os cuidados necessários, e bate o carro a 50 km/h o animal será projetado à frente com um impacto equivalente a quatro mil quilos.

PENALIDADE – De acordo com o artigo 235 do Código de Trânsito Brasileiro, conduzir pessoas, animais ou carga nas partes externas do veículo, salvo nos casos devidamente autorizados, caracteriza uma infração grave e cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Já o artigo 252, que diz respeito a dirigir o veículo transportando pessoas, animais ou volume à sua esquerda ou entre os braços e pernas, é uma infração média com quatro pontos na CNH.

CAMPANHA – O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) criou uma estratégia diferente para chamar a atenção para a prevenção de acidentes e redução do número de vítimas no trânsito. Como parte das ações do movimento Maio Amarelo, a autarquia criou 31 pequenas campanhas publicitárias, com duração de um dia cada uma, sobre atitudes que podem fazer a diferença.

Fonte: AEN – Agência Estadual de Notícias

MAIO AMARELO – Excesso de carga em motos traz instabilidade e causa acidentes

Excesso de carga em motos traz instabilidade e causa acidentes.Foto: Juliano Pedrozo/Arquivo Detran PR
Excesso de carga em motos traz instabilidade e causa acidentes.Foto: Juliano Pedrozo/Arquivo Detran PR

Pilotar uma moto com excesso de peso traz sérios riscos à segurança no trânsito. Uma bagagem a mais pode fazer toda a diferença e colocar em perigo a vida do condutor, do passageiro e de outros motoristas. Por isso, a legislação proíbe o peso inadequado de carga, que causa o desequilíbrio da moto, além de reduzir a vida útil das peças, como freios e pneus.

“O peso de bagagem e dos acessórios deve ser distribuído da maneira mais nivelada possível dos dois lados da motocicleta para minimizar uma possível instabilidade. É fundamental que o peso total do condutor, do passageiro, dos acessórios e da bagagem não exceda o limite máximo de carga”, orienta o diretor-geral do Departamento de Trânsito do Paraná, Marcos Traad.

Para reduzir o risco de acidente é necessário estar atento também à cilindrada da moto – quanto mais baixa ela for, menor é o peso suportado. Uma motocicleta de 50 cilindradas, por exemplo, suporta cerca de 90 quilos e uma moto de 100 a 150 cilindradas pode levar aproximadamente 166 quilos.

“É importante verificar ainda se os acessórios e as bagagens estão firmemente presos na motocicleta, já que o deslocamento desses itens pode causar um desequilíbrio repentino e, consequentemente, um grave acidente”, complementa Traad.

CAMPANHA – Para chamar a atenção para a prevenção de acidentes e a redução do número de vítimas no trânsito, o Detran/PR adotou uma estratégia diferente. Como parte das ações do movimento Maio Amarelo, a autarquia criou 31 pequenas campanhas publicitárias, com duração de um dia cada uma, sobre atitudes que podem fazer a diferença.

Nesta segunda-feira (16), o alerta é para o motociclista que pilota com carga incompatível. Assista ao vídeo, inspirado em fatos reais, no site www.detran.pr.gov.br/maioamarelo

Fonte: AEN – Agência Estadual de Notícias

CONTEÚDO ANDA – Indústria de extração de bile prospera às custas da tortura e exploração de ursos

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

A cena de um urso deitado de costas, perfurado e preso a um cateter que drena seus fluidos parece aterrorizante. Porém, é exatamente isso que acontece em Laos, o país asiático que concentra as fazendas de extração de bile.

Os animais ficam presos em gaiolas extremamente apertadas e passam por inúmeras sessões de um doloroso e invasivo processo de extração da bile, o fluido produzido pelo fígado, relata o National Geographic.

Os jornalistas acompanharam ativistas do grupo “Libertem os Ursos”, uma organização sediada na Austrália que trabalha para impedir o comércio de bile, combater a venda desses animais e também protegê-los de caçadores que querem vender as garras e outras partes de seus corpos.

“Do ponto de vista dos direitos animais, as fazendas de ursos são um pesadelo. Os ursos são privados de interações sociais e são torturados”, escreveu em um email Chris Shepherd, diretor regional do sudeste da Ásia da rede Tráfico, que monitora o comércio de vida selvagem.

Reprodução/HoangDinhNam
Reprodução/HoangDinhNam

Alguns desses animais são confinados em gaiolas tão apertadas que mal conseguem se mover.

Um repórter do Telegraph relatou ter visto um agricultor de Laos içar um urso, que estava drogado, para uma mesa de operação e amarrar suas patas antes de usar um “aparelho de drenagem” para retirar a bílis.

Em 1980, a Coreia entrou no comércio cruel e, logo, os ursos se tornaram populares na China e no Vietnã. Hoje, a China, o principal consumidor da bílis de urso, explora mais de 10 mil animais em fazendas – uma prática legal no país.

Mas em Laos o negócio é relativamente novo e as operações foram iniciadas após serem proibidas no Vietnã, em 2006.Um estudo descobriu que o número de ursos nessas instalações aumentou de 40 em 2008 para 122 em 2012.

Embora o governo proíba a posse, a caça e a captura de ursos selvagens, nada têm impedido que fazendas ilegais prosperem, já que certamente rendem lucros às custas do sofrimento e tortura dos animais.

Reprodução/STR, AFP, GETTY IMAGES
Reprodução/STR, AFP, GETTY IMAGES

Fonte: www.anda.jor.br

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GESTÃO EM SAÚDE – Boas práticas do Paraná servirão de referência para o Brasil

Boas práticas de gestão do sistema de saúde do Paraná podem servir de exemplos nacionais. O assunto foi tema, neste domingo (15), nas visitas do ministro da Saúde, Ricardo Barros, a Maringá e Curitiba. A vice-governadora Cida Borghetti acompanhou as agendas e o secretário da Saúde, Michele Caputo, esteve no compromisso na capital.. - Curitiba/PR - Foto Jonas Oliveira/AENPr
Boas práticas de gestão do sistema de saúde do Paraná podem servir de exemplos nacionais. O assunto foi tema, neste domingo (15), nas visitas do ministro da Saúde, Ricardo Barros, a Maringá e Curitiba. A vice-governadora Cida Borghetti acompanhou as agendas e o secretário da Saúde, Michele Caputo, esteve no compromisso na capital.. – Curitiba/PR – Foto Jonas Oliveira/AENPr

Boas práticas de gestão do sistema de saúde do Paraná são exemplares e poderão ser adotadas em outros Estados. O assunto foi tema, neste último domingo (15), nas visitas que o ministro da Saúde, Ricardo Barros, fez a Maringá e Curitiba. A vice-governadora Cida Borghetti acompanhou as agendas e o secretário da Saúde, Michele Caputo, esteve no compromisso na capital.

“A escolha de Ricardo Barros para ministro da Saúde é uma honra para o Paraná. Estamos muito otimistas e temos boas práticas no Estado que podem ser levadas para o Brasil todo”, afirmou a vice-governadora. Em Maringá, a comitiva visitou as instalações do Hospital Municipal e, em Curitiba, o Hospital Pequeno Príncipe.

O ministro explicou que está buscando exemplos de ações e programas para melhorar a gestão do Sistema Único de Saúde (SUS). “Comecei pelo Paraná, mas vou conhecer as boas práticas de aplicação de recursos da saúde em todo o Brasil para dar-lhes visibilidade, para que adotadas por outros gestores”, disse o ministro.

PEQUENO PRÍNCIPE – Fundado há 97 anos o Pequeno Príncipe conta com 32 especialidades médicas, 370 leitos, sendo 60 de UTI e é o maior hospital exclusivamente pediátrico do país. O ministro, a vice-governadora e o secretário da Saúde conheceram diversas áreas da instituição, conversaram com pacientes e acompanharam uma apresentação com dados e informações do Hospital, que destina quase 70 % da capacidade para o SUS e conta com 2 mil funcionários. As apresentações foram coordenadas pela diretora-executiva do Hospital, Ety Cristina Forte Carneiro, e pelo diretor corporativo José Álvaro da Silva Carneiro.

“O hospital Pequeno Príncipe é referência na área da saúde infantil do Brasil. Conta com pesquisa, transplante, tratamento da oncologia pediátrica, enfim, várias referências positivas que podem ser levadas para o Brasil”, disse Cida Borghetti.

APOIO – O secretário Michele Caputo elogiou a estrutura do Pequeno Príncipe e reforçou o interesse do Governo do Estado em ampliar o apoio, inclusive com o financiamento da construção de uma nova estrutura.

Michele destacou, ainda, programas do Paraná como o HospSus, que apoia com recursos hospitais públicos e filantrópicos do Estado, e sugeriu a volta dos mutirões para a realização de exames e cirurgias. “Aqui no Paraná realizamos 40 mil cirurgias eletivas através de um mutirão articulado em todas as regiões do Estado”.

Também acompanharam a visita ao Pequeno Príncipe o ex-ministro da Saúde Luiz Carlos Borges da Silveira, o deputado federal Luciano Ducci e os deputados estaduais Anibelli Beto e Cláudio Palozi.

MARINGÁ – Na manhã de domingo, o ministro e a vice-governadora estiveram no Hospital Municipal de Maringá. Barros reforçou que vai usar a tecnologia para melhorar a gestão dos recursos no SUS e evitar os desperdícios. Maringá possui um prontuário eletrônico integrado que pode servir de exemplo.

“Ao informatizarmos um prontuário médico, por exemplo, evitamos um diagnóstico equivocado e distribuição de remédio inapropriado”, explicou. Barros quer ter informação online sobre a utilização de todos os recursos. “Vamos informatizar a gestão de saúde como Maringá fez. Quero o controle de cada centavo investido”, enfatizou o ministro da Saúde.

Fonte: AEN – Agência Estadual de Notícias

Campo Mourão – Movimento “Maio Amarelo” realizou blitz na asa leste

Em mais uma ação educativa do movimento “Maio Amarelo”, foi realizada uma blitz para conscientização no trânsito em Campo Mourão nesta sexta-feira (13). A ação envolveu a Diretoria de Trânsito (Diretran), Secretaria Municipal de Saúde, Detran-PR e Polícia Militar. A blitz foi realizada das 17 às 18 horas, na Avenida Armelindo Trombini (em frente a UPA), na asa leste da cidade.

“A intenção é acionar cada cidadão a adotar comportamento mais seguro e responsável no trânsito, tendo como premissa a preservação da sua própria vida e a dos demais cidadãos”, enfatiza o diretor da Diretran, José Roberto Pelisson. O “Maio Amarelo” é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil voltada a chamar a atenção para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

A marca que simboliza o movimento é um laço na cor amarela. A próxima blitz será no dia 20, às 17 horas, no cruzamento da Avenida Capitão Indio Bandeira com a Rua Ney Braga. O encerramento em todo o país está agendado para o dia 25 de maio, quando em Campo Mourão será na praça central, das 11h30 às 13h30.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Campo Mourão – PR

QUALIDADE DE VIDA – Cascavel tem um dos melhores índices de saneamento do Brasil

Cascavel tem um dos melhores índices de saneamento do Brasil. Foto: Divulgação Sanepar Foto de Vanderson faria
Cascavel tem um dos melhores índices de saneamento do Brasil.
Foto: Divulgação Sanepar
Foto de Vanderson faria

A infraestrutura de saneamento básico de Cascavel se equipara a das principais cidades do País e do mundo. Com pouco mais de 60 anos, o município apresenta altos índices de cobertura no abastecimento público e no sistema de coleta e de tratamento do esgoto. A rede de distribuição de água tratada atende 100% do perímetro urbano e as redes de esgoto estão espalhadas por mais de 91% da mesma área.

De acordo com o gerente-geral da Sanepar na região, Renato Mayer Bueno, esses índices trazem benefícios ambientais, sanitários, econômicos e para a saúde pública. “Por isso, nos últimos cinco anos foram investidos cerca de R$ 69 milhões para ampliar em 463 quilômetros as tubulações que transportam o esgoto e para interligar mais 23,6 mil domicílios ao sistema”, explica.

Com quatro estações de tratamento de esgoto, quase 1 milhão de metros de redes coletoras, coletores tronco, interceptores, elevatórias e emissários, a Sanepar recolhe hoje o esgoto em mais de 105 mil domicílios em diversas regiões da cidade. São retirados dos imóveis e tratados diariamente quase 50 milhões de litros de dejetos, que depois são devolvidos à natureza dentro dos parâmetros definidos pela legislação ambiental.

“Um sistema de esgoto funcionando adequadamente e com 100% de tratamento de todo volume coletado, como em Cascavel, valoriza a cidade, apresenta diferencial para atrair novos investimentos e melhora a qualidade ambiental”, o gerente geral.

SANEAMENTO É SAÚDE – Para o secretário de Saúde de Cascavel, Reginaldo Andrade, entre os mais importantes fatores determinantes de saúde estão as condições ambientais. “Sabe-se que diversas doenças infecciosas e parasitárias têm no meio ambiente uma fase de seu ciclo de transmissão. A existência de um sistema de saneamento adequado e suficiente significa interferir diretamente nesse processo de forma a interromper esse ciclo vicioso de transmissão da doença”, afirma o secretário.

O presidente da Associação Comercial e Industrial, Alci Rotta Júnior, afirma que Cascavel é uma cidade “moderna e pujante”. Ele diz que a cidade precisa seguir avançando também em fundamentos estruturais. “Contar com cobertura de rede de esgoto sanitário que chega a 91% faz parte desse grande projeto de comunidade. O município pode ampliar o crescimento vertical e criar condições tecnicamente melhores para a expansão de empresas e, consequentemente, do fortalecimento da economia”, ressalta Alci.

FIM DAS FOSSAS – Os benefícios do sistema de esgoto também são percebidos pela população. A coleta imediata e ininterrupta de todo o esgoto nas instalações sanitárias dos imóveis elimina e necessidade de instalação e manutenção de fossas sépticas e promove o afastamento rápido dos dejetos. Por onde a rede passa há redução dos riscos de poluição.

O motorista de ônibus aposentado Elido Garbin comemora a chegada da rede de esgoto na Rua Guatemala, no Bairro Periollo. Há 30 anos morando no mesmo imóvel, Elido diz que foi um dos primeiros a interligar a casa ao sistema e que as condições do bairro melhoraram muito. “Ganhamos com a valorização das nossas casas, com a saúde e com a higiene”, comenta.

Quando a rede passou na rua dele, há cerca de um ano e meio, uma das fossas tinha desabado. “Os transtornos de refazer ou até mesmo de manter a fossa acabaram. Com a rede instalada estamos tranquilos”, destaca. O aposentado diz que até os insetos desapareceram. “Nunca mais vi uma barata rondando o quintal”. De acordo com ele, o maior benefício é a preservação da água. “O esgoto coletado é a garantia de que não estamos contaminando as fontes de abastecimento e que nossos netos poderão ter água com qualidade no futuro”, destaca Elido.

Fonte: AEN – Agência Estadual de Notícias

CONTEÚDO ANDA – Vacas abandonadas nas ruas da Índia estão morrendo por ingestão de lixo plástico‏

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Abandonadas, as vacas procuram comida no lixo e acabam ingerindo grande quantidade de plástico. Foto: Rohan Babu/Flickr
Abandonadas, as vacas procuram comida no lixo e acabam ingerindo grande quantidade de plástico. Foto: Rohan Babu/Flickr

A Índia está se urbanizando rapidamente. Cidades estão se erguendo onde antes havia vilas nas quais as vias eram feitas para bicicletas e, apenas ocasionalmente, motocicletas. Atualmente, rodovias urbanas já estão congestionadas com carros e caminhões. Os campos antes eram arados por touros que depois pastavam livres também desapareceram – no entanto, as vacas não.

Muitas pessoas celebram a Índia como a nação que concentra o maior número de vegetarianos do mundo. Mas, com meio bilhão de bovinos, o país também é o maior exportador de carne do mundo – estando na frente de outros grandes exportadores como Brasil e Austrália – e hospeda a maior parte das fazendas de produção de laticínios do planeta. Quinhentos milhões de bovinos vivem na Índia, e em Udaipur, uma cidade de porte médio com quinhentos mil habitantes, milhares de vacas são vistas em casas e andando pelas ruas.

A maioria das vacas que vagam pelo país são fêmeas em uma idade na qual não produzem mais leite. Por não serem mais consideradas úteis, elas são enxotadas com vassouras das casas onde passaram os primeiros cinco anos de suas vidas, tempo em que muitas vezes viveram amarradas em correntes curtas e tiveram a permissão de caminhar por apenas dez minutos por dia para beber água.

A vida das vacas nas ruas da Índia

Uma vaca que tiver “sorte” nas ruas terá um pequeno espaço no qual conseguirá transitar, quase sempre repetindo o mesmo padrão dia após dia – isso se ela não for interrompida por algum agente do mercado de carne. Ela irá visitar alguma casa aparentemente amigável onde sabe que irá encontrar dois “chapattis” (pães típicos do local) que foram deixados exatamente para ela cinco minutos antes de sua chegada. Em seguida, ela caminhará até o portão de uma outra casa onde foi cuidadosamente instalada uma calha de cimento na qual ela tomará longos goles de água fresca. O próximo passo é o vendedor de vegetais na esquina, que corta talos de couve-flor e joga-os em um pilha no chão, justamente para ela. Após comer, ela irá se deitar um pouco para descansar e tomar sol por meia hora.

Apesar desta vida estar longe de ser a situação ideal para uma vaca, ela pode parecer monótona e previsível. Mas, como sempre, as coisas não são o que parecem. Frequentemente, vacas são atropeladas por motoristas nas caóticas ruas das cidades. Segundo a ONG Animal Aid Unlimited, esses condutores descuidados são desastrosos para as vacas, sendo que os 55 voluntários que a organização coloca para resgatá-las estão ocupados todos os dias. Muitas das vacas resgatadas são vítimas de fraturas ou estão com feridas abertas após as colisões. Geralmente a Animal Aid trata cerca de 50 vacas e touros ostentando fraturas nas patas ou quadris, bem como ferimentos e cortes, além de prolapsos uterinos.

O time de resgatadores está sempre ocupado, cuidando em média de 50 vacas por dia, que foram feridas nas ruas.

Rohan Babu/Flickr
Rohan Babu/Flickr

Vítimas do lixo plástico

No entanto, conforme a reportagem do One Green Planet, ainda mais sérios que os danos trazidos pelos carros estão os causados pelas pilhas de plástico que as vacas muitas vezes ingerem ao confundirem com comida. As vacas tem o hábito de vagar por perto de montes de lixo que coletores criaram, onde pode haver restos de alimentos de uma festa em meio a centenas de sacolas e pratos de plástico sujos de molhos saborosos. Atraídos pelos restos de comida misturados ao lixo, esses animais tragicamente comem também os produtos descartáveis.

De acordo com a Animal Aid, as vacas e touros resgatados chegam até eles com estômagos contendo de 16 a 36 quilos de lixo plástico. Na verdade, muitas vacas são retiradas das ruas por funcionários do governo que as despejam em depósitos de lixo.

Quando alguém entra em contato com a Animal Aid pedindo para resgatar uma vaca nas ruas, o animal já está definhando. “Elas estão ‘em pele e osso’, e costumam parecer prenhas por causa do plástico em seus estômagos”, diz a ONG.

Visitantes e voluntários da organização veem vacas e touros pastando no feno com curativos e talas, ou descansando em colchões com os estômagos inflados devido ao plástico, incapazes de ficarem de pé. “Por não ser permitido induzir esses animais à morte em Rajasthan, nós tristemente sabemos que esses são lugares onde muitos deles, sedados e enlouquecidos, irão passar seus últimos dias”, explicou a Animal Aid ao One Green Planet, referindo-se aos espaços onde cuidam dos animais.

Rohan Babu/Flickr
Rohan Babu/Flickr

Remover o plástico do organismo dos animais é “virtualmente impossível”. A “rumenotomia” – que é a evacuação do conteúdo do estômago dos ruminantes – é uma cirurgia com alta taxa de mortalidade, pois o delicado peristaltismo das ondulações intestinais e as secreções enzimáticas do aparelho digestivos são facilmente congeladas quando traumatizadas pelo processo cirúrgico.

A Animal Aid Unlimited afirma que tem como missão tratar vacas e touros em sofrimento e colocar as pessoas em contato com esses animais, de modo a serem capazes de entender melhor a sua inteligência, curiosidade, afeições e experiências, bem como os seres maravilhosos que eles são.

Fonte: www.anda.jor.br

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Região – Cidade Nova “Cozinha Brasil” inicia curso em Campo Mourão

Comer bem gastando pouco é a diretriz do programa do Sesi

Cupcakes preparados com aveia e uma das receitas do Cozinha Brasil Turminha Marcelo Gandra/Coperphoto/Sistema FIEB
Cupcakes preparados com aveia e uma das receitas do Cozinha Brasil Turminha Marcelo Gandra/Coperphoto/Sistema FIEB

Na terça-feira (29/3), às 13h30min, na unidade básica de saúde do jardim Cidade Nova, começou a ser ministrado curso do programa Cozinha Brasil Sesi. Duas turmas serão atendidas pelo programa em Campo Mourão, nesta semana. A ação é resultado de parceria firmada entre o Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Município de Campo Mourão.

O programa do Sesi promove ações de educação alimentar e nutricional com o objetivo de elevar o nível de saúde e qualidade de vida das pessoas, por meio da orientações de nutricionistas que estimulam uma alimentação de alto valor nutricional de baixo custo.

O curso será ministrado nos dias 29, 30 e 31, na UBS do jardim Cidade Nova. Uma turma participará do curso no período da tarde – entre 13h30min e às 16h50min – e a outra turma será atendida no período da noite – das 19 às 22 horas.

O Sesi Cozinha Brasil une três ingredientes extremamente desejados para uma boa refeição: economia, qualidade e sabor. Aproveitar todas as partes dos alimentos, inclusive o que normalmente é desprezado como caule, talos, cascas, folhas e sementes, é a grande estratégia do programa.

A tecnologia social do programa foi considerada uma alternativa eficaz de educação alimentar e combate à fome. Nos mesmos moldes do Cozinha Brasil, já está funcionando o Cocina Uruguay, assessorado pela equipe do Sesi, como parte do Programa América Latina e Caribe sem Fome da Organização das Nações Unidades para Agricultura e Alimentação/FAO. A África também reconheceu a tecnologia social Cozinha Brasil e implantou o Cozinha Moçambique, em 2009.

Direito
A segurança alimentar e nutricional é o direito ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais. Atualmente, no Brasil, mais de 65 milhões de pessoas vivem em situação de insegurança, sendo cerca de 11 milhões encontram-se em estado grave por não possuírem recursos para a compra de alimentos. Diante deste cenário, o Sesi criou o Cozinha Brasil.

Fonte: Toninho Divulgação

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INDICADOR – Venda de combustível aponta melhora da atividade econômica no Paraná

Venda de combustível aponta melhora da atividade econômica no Paraná. Foto: ANPr
Venda de combustível aponta melhora da atividade econômica no Paraná.
Foto: ANPr

As vendas de óleo diesel e de óleo combustível contrariaram a tendência nacional e cresceram no primeiro bimestre no Paraná, impulsionadas pelo transporte da safra agrícola e pela indústria do Estado.

A venda de óleo diesel e combustível é considerada um dos principais indicadores da atividade econômica, por estar relacionada diretamente ao ritmo de transporte de cargas no País e da produção industrial.

No Paraná, a comercialização de óleo diesel aumentou 6,7% no primeiro bimestre deste ano ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, chegando a 829,8 mil metros cúbicos, de acordo com dados da Agência Nacional de Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O aumento na venda de óleo diesel no Paraná ocorre em um momento em que há um recuo das vendas deste produto em todo o Brasil, reflexo da baixa atividade econômica. Os números da ANP mostram uma queda de vendas de 6,6% no País na mesma base de comparação, para 8,22 milhões de metros cúbicos de óleo diesel.

DADOS REGIONAIS – O Paraná também teve o melhor resultado entre os estados do Sul e do Sudeste, que, em sua maioria, registraram queda nas vendas no período. A maior queda nas duas regiões, de acordo com dados da ANP, foi no Espírito Santo, com recuo de 19,5%, no Rio de Janeiro (-7,1%), São Paulo e Minas Gerais, com queda de 5,5% cada um.

“O mercado de diesel é muito associado ao nível de atividade econômica e os números refletem uma condição melhor para o Paraná, principalmente em função da safra agrícola”, diz Julio Suzuki Júnior, diretor-presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes).

INDÚSTRIA – A venda de óleo combustível, usado principalmente pela indústria, também cresceu no período, o que pode indicar melhora no ritmo de produção do setor. O óleo combustível é usado para alimentar caldeiras e fornos industriais em diversos setores, como papel e celulose, metalúrgico, de frigoríficos, por exemplo.

No acumulado de janeiro e fevereiro, as vendas de óleo combustível aumentaram 57,7% no Paraná em relação ao mesmo período do ano passado – para 22,2 mil metros cúbicos. No Brasil, a queda foi de 27,5% na mesma base de comparação, para 687,2 mil metros cúbicos.

O aumento da venda de óleo combustível pode estar relacionada à tendência de recuperação da indústria, um dos setores mais afetados pela crise econômica, de acordo com Suzuki Júnior.

Em janeiro, a indústria paranaense apresentou um crescimento de 2,2% da produção em relação a dezembro de 2015, segundo dado mais recente do IBGE. O resultado interrompeu uma sequência de três quedas consecutivas. Na mesma base de comparação, o Brasil registrou variação menor, de 0,4%. Em relação a janeiro do ano passado, no entanto, a produção ainda está 13,6% menor, acompanhando o resultado nacional.

Fonte: AEN – Agência Estadual de Notícias

APÓS QUATRO MESES – Horário de verão termina neste fim de semana

A partir da zero hora deste domingo (21) os relógios dos habitantes de dez estados das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Distrito Federal devem ser atrasados em uma hora, voltando a marcar 23h. É o fim do horário brasileiro de verão 2015/2016. Com a duração de quatro meses, o horário de verão começou no último dia 18 de outubro. ( A imagem é do Parque Tanguá, em Curitiba). Foto: Orlando Kissner/ANPr
A partir da zero hora deste domingo (21) os relógios dos habitantes de dez estados das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Distrito Federal devem ser atrasados em uma hora, voltando a marcar 23h. É o fim do horário brasileiro de verão 2015/2016. Com a duração de quatro meses, o horário de verão começou no último dia 18 de outubro. ( A imagem é do Parque Tanguá, em Curitiba). Foto: Orlando Kissner/ANPr

A partir da zero hora deste domingo (21) os relógios dos habitantes de dez estados das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Distrito Federal devem ser atrasados em uma hora, voltando a marcar 23h. É o fim do horário brasileiro de verão 2015/2016. Com a duração de quatro meses, o horário de verão começou no último dia 18 de outubro.

No sistema elétrico operado pela Copel no Paraná, o resultado observado durante o tempo de vigência do horário de verão foi uma redução média da ordem de 4,5% sobre os níveis máximos de demanda, retirando do sistema elétrico 200 MW (megawatts) de potência no final do dia. Tal alívio equivale a retirar do sistema elétrico, no horário de ponta, uma cidade como Maringá, de 391 mil habitantes.

A adoção do horário de verão permite aproveitar melhor a luminosidade natural, maior nesta época do ano, aliviando as condições de operação do sistema elétrico em um dos períodos de maior demanda, entre 18 e 21 horas – ou entre 19 e 22 horas durante a vigência da medida.

O alívio ocorre porque deixam de coincidir, no fim do dia, as demandas máximas de diferentes classes de consumo: com um dia mais longo, a rotina das pessoas é antecipada, e o acionamento de chuveiros e geladeiras, assim como as atividades de comércio e indústria, ocorrem antes do acionamento da iluminação pública.

“Ao evitar a sobreposição da demanda máxima das diferentes categorias de usuários, esse artifício ameniza a exigência sobre instalações como usinas, subestações e linhas de transmissão em momentos de grande demanda simultânea, garantindo mais segurança operacional e confiabilidade ao funcionamento do conjunto”, esclarece o engenheiro Nelson Cuquel, do Centro de Operação do Sistema Elétrico da Copel.

HORÁRIO DE PONTA – Nos últimos anos, o uso intensivo de aparelhos de refrigeração durante os meses quentes deslocou o período de maior consumo de energia para o início da tarde, fora da abrangência do horário de verão. Apesar disso, Cuquel esclarece que seus benefícios ainda justificam sua adoção.

“O aumento significativo do custo de geração torna cruciais todas as medidas que tornem mais eficiente a operação do sistema, como ocorre com o horário de verão, que é efetivo na folga que confere ao sistema elétrico no período de grande demanda do fim da tarde”, afirma. “Ele permite, assim, gerar menos energia para atender as mesmas cargas, o que vem em benefício dos reservatórios das usinas, que passam por um momento bastante desfavorável, e reduz a geração térmica, mais cara e poluente”.

Quanto ao uso de aparelhos de ar-condicionado e similares, a melhor medida que se tem à mão, segundo Cuquel, é o uso consciente e inteligente destes equipamentos, evitando o desperdício de energia.

Fonte: AEN – Agência estdual de Notícias