Roncador – Cão sofre maus tratos no Município

Cão que sofreu maus tratos em Roncador. Fonte: (c)  divulgação
Cão que sofreu maus tratos em Roncador. Fonte: (c) divulgação

É realmente triste saber que ocorrem por ai atrocidades e maus tratos aos animais, como ocorreu com este cão na imagem acima, onde os Agentes da Defesa Civil de Roncador ao se deslocarem por uma rua em Roncador, foram abordados para auxiliar no atendimento ao cachorro que estava muito machucado.

Não foi possível identificar qual arma foi utilizada na agressão, se uma enxada ou um machado, mas o certo é que o animal ficou muito ferido e precisou da ajuda de um veterinário.

A indignação segundo as informações, é que o animal não é agressivo e muito pelo contrário, é dócil e não representa nenhum tipo de perigo e, por isto não se sabe quais os motivos que levaram uma pessoa a cometer tal tipo de maldade.

O animal segundo o Agente Vieira, corre risco de morrer.

Qualquer ato de maus-tratos envolvendo animal deve ser denunciado na Polícia, pois é crime e representa riscos a vida do animal, pois conforme prevê a Lei 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais), os maus-tratos acarretam pena que pode ser de detenção de três meses a um ano, bem como multa.

Talvez a pessoa que cometeu este crime, seja a mesma que dia atrás deixou um saco fechado na porta da Prefeitura de Roncador e, dentro dele foi encontrado um gato  já morto, que parece ter sido atropelado anteriormente.

Cão que sofreu maus tratos em Roncador. Fonte: (c) divulgação.
Cão que sofreu maus tratos em Roncador.
Fonte: (c) divulgação.

 

A APASLA – Associação de Proteção aos Animais São Lázaro, que tem como Presidente o Jornalista e Protetor Claudinei Prado investiga o caso deste gato e, agora também irá tentar descobrir alguma coisa sobre este novo crime contra a vida.

Fonte: Site www.sosroncador.com.br e informações finais do Jornalista Claudinei Prado

 

COMBATE AO CRIME – Denúncias anônimas podem ser feitas também pela internet

Denúncias pelo 181 Narcodenúncias agora podem ser realizadas on-line.Foto: Osvaldo Ribeiro/SESP
Denúncias pelo 181 Narcodenúncias agora podem ser realizadas on-line.Foto: Osvaldo Ribeiro/SESP

Denúncias sobre tráfico de drogas ou crimes de violência contra crianças, mulheres e idosos, ou informações que colaborem com a prisão de criminosos, agora podem ser feitas também pela internet, no site do 181 Narcodenúncia. A nova ferramenta, desenvolvida pela Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar), vai facilitar o procedimento para quem pretende ajudar, de forma anônima, colaborar com as polícias.

Basta acessar o site do programa (www.181.pr.gov.br) e clicar na aba “Faça sua denúncia”. Até então, as informações só podiam ser repassadas via telefone. A nova ferramenta não descarta esta modalidade, que continua atendendo o cidadão assim que ele ligar para o número 181. O atendimento via telefone ou on-line é realizado 24 horas por dia e a identidade da pessoa que faz a denúncia é mantida em sigilo. Nenhuma taxa é cobrada e a denúncia pode ser feita de qualquer localidade do Paraná.

Para o capitão Edivan Fragoso, coordenador estadual do 181, o sistema on-line facilitará que a população denuncie cada vez mais crimes sem a necessidade de identificação. “O cidadão agora terá condições de fazer uma denúncia pela internet com total segurança, sabendo que sua identidade será mantida no mais absoluto sigilo e que, em caso de ligações, o sistema não irá gravar a conversa”, disse. Ele explica que, assim como as denúncias feitas pelo telefone, as do site também serão analisadas e encaminhadas para as autoridades policiais para que sejam iniciados os trabalhos de investigação.

O coordenador do programa também destacou que cada denúncia é importante para que o trabalho policial seja efetuado. “As informações são acessadas diretamente pelas polícias e têm uma grande aceitação. O 181 é uma ferramenta importante no trabalho de investigação da Polícia Civil e de planejamento do policiamento da Polícia Militar”, comenta.

Além da inovação, o 181 agora funciona no Centro de Comando e Controle, localizado no prédio da Secretaria da Segurança, no Centro Cívico, em Curitiba. As novas instalações permitem um atendimento à população ainda melhor. “Hoje estamos com uma estrutura moderna, onde temos condições de fazer um atendimento 24 horas por dia das denúncias que são feitas por telefone e temos também a condição de acionar as polícias no caso de emergência”, ressalta o capitão.

DENÚNCIA - Para fazer uma denúncia on-line é necessário acessar o site do 181 Narcodenúncia (www.181.pr.gov.br). No lado esquerdo da página, é só clicar no ícone “Faça sua denúncia”, que direciona para um formulário de preenchimento. É fundamental informar nome ou o apelido de quem está cometendo o crime, o município, nome da rua e o bairro, e demais informações, como características das pessoas, placa de veículos, números de telefone e todas as informações que possam auxiliar as autoridades na atuação eficaz para solucionar o caso.

O sistema também solicita ao denunciante que escolha denunciar de forma identificada, anônima, ou sigilosa, quando os dados do denunciante serão visíveis apenas para a Secretaria da Segurança. Após este processo, as informações serão cadastradas no banco de dados da unidade e repassadas para as polícias.

181 NARCODENÚNCIA - Implantado em junho de 2003 pelas secretarias da Justiça e da Segurança – com a denominação de 161 Narcodenúncia – o programa era voltado exclusivamente ao combate ao narcotráfico e fez com que as polícias batessem recordes na apreensão de drogas em todo o Paraná.

Com o sucesso alcançado, o Governo do Estado sugeriu ao governo federal a implantação de um número nacional, o 181. Em contrapartida, o Paraná cedeu os direitos e também o uso do software de todo o programa para que qualquer estado possa implantar o Narcodenúncia.

O objetivo era criar um banco de dados nacional e interligado, fazendo do Narcodenúncia uma das melhores ferramentas no combate ao tráfico de drogas, assim como já acontecia no Paraná.

O número também atende chamadas de qualquer cidade do Estado através das centrais de atendimento à população, localizadas em seis cidades: Curitiba, Ponta Grossa, Londrina, Maringá, Cascavel e Pato Branco.

Fonte: AEN – Agência Estadual de Notícias

DESEMPENHO – Copel tem lucro líquido de R$ 233 milhões no 3º trimestre

A Copel registrou lucro líquido de R$ 233,4 milhões no terceiro trimestre de 2014. Foto: Sinara Freitas/Copel
A Copel registrou lucro líquido de R$ 233,4 milhões no terceiro trimestre de 2014. Foto: Sinara Freitas/Copel

A Copel registrou lucro líquido de R$ 233,4 milhões no terceiro trimestre de 2014. Os principais responsáveis por esse resultado foram as receitas decorrentes do fornecimento e suprimento de energia ao mercado consumidor na região atendida pela Companhia e a venda de energia realizada pela Usina Térmica de Araucária.

Nos nove primeiros meses de 2014, o lucro líquido alcançou R$ 1,06 bilhão, valor 15% superior aos R$ 923,2 milhões registrados no mesmo período de 2013. “O resultado positivo ao longo de 2014 reflete a expansão de nossos investimentos e a reestruturação organizacional da empresa promovida em 2013 para o resgate do equilíbrio financeiro da subsidiária de distribuição”, afirma o presidente Lindolfo Zimmer.

A receita operacional líquida foi de R$ 3,2 bilhões, montante 45,8% superior ao mesmo período de 2013. O resultado foi puxado pela variação de 39,5% na receita de fornecimento de energia elétrica e pelo crescimento de 134,8% na conta do suprimento de energia.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Lajida) do 3º trimestre alcançou R$ 495,8 milhões, superando em 7% o resultado apresentado no mesmo período de 2013. Em 30 de setembro de 2014, o ativo total da Copel alcançou R$ 25,4 bilhões, montante 10,3% superior ao registrado em 31 de dezembro de 2013.

MERCADO - O mercado cativo da Copel Distribuição cresceu 3,1%, totalizando 4.291.924 consumidores. Nos primeiros nove meses do ano, a subsidiária totalizou venda de 17.932 GWh, crescimento de 5% em comparação ao mesmo período de 2013. O resultado reflete o aumento do consumo médio e da base de clientes no período.

Em contrapartida, o custo com compra de energia cresceu 57,3%, em decorrência de novos contratos de compra de energia, dos reajustes dos contratos pela inflação e da compra de energia no mercado de curto prazo.

INVESTIMENTOS - Os investimentos realizados no 3º trimestres foram de R$ 849,6 milhões. Ao longo de 2014, o programa de investimentos realizado pela Copel soma R$ 1,8 bilhão. O valor representa o recorde em investimentos para os nove primeiros meses do ano, resultado da estratégia de expansão adotada pela Companhia nos últimos anos.

Fonte: AEN – Agência Estadual de Notícias.

MOVIMENTAÇÃO – Importações de fertilizantes pelos portos do Paraná crescem em 2014

Aumentam as importações de fertilizantes pelos Portos do PARANÁ. Paranaguá,  Foto: Divulgação APPA
Aumentam as importações de fertilizantes pelos Portos do PARANÁ.
Paranaguá,
Foto: Divulgação APPA

O volume de fertilizantes que entrou no país em 2014 pelos portos de Paranaguá e Antonina supera o registrado no ano passado. De janeiro a outubro, já são quase 8,4 milhões de toneladas de produtos importados pelos terminais paranaenses, 6% a mais que a quantidade recebida no mesmo período de 2013, quando foram importadas pouco menos de 7,9 milhões de toneladas.

Estes insumos agrícolas representam mais da metade das importações realizadas pelos Portos do Paraná em 2014 – 57% do total de cerca de 14,67 milhões de toneladas de produtos. A principal explicação para este aumento, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, é a ampliação da área de plantio da soja e a capitalização dos produtores.

Considerando apenas a movimentação de outubro, o aumento na importação dos fertilizantes é ainda mais expressivo: 18% em relação a 2013. Foram importadas 863 mil toneladas do produto no mês, contra pouco mais de 734 mil toneladas em outubro de 2013.

DESTINAÇÃO – Segundo o economista da Divisão de Conjuntura Agropecuária do Deral, Marcelo Garrido, a maior parte desse fertilizante é destinada à cultura da soja no Paraná. “O fator mais significativo que explica a alta no volume importado é o aumento na área plantada nesta safra de verão. O melhor preço da soja em relação ao milho foi o principal motivo para o produtor ter optado pela soja”, explica.

De acordo com o especialista, o plantio da oleaginosa já está em andamento no Paraná. “Até a semana passada, tínhamos 61% da soja já plantados no Estado, sendo que o normal para esta época seria em torno de 72%. O atraso é reflexo das chuvas irregulares no mês de outubro e início de novembro”, afirma Garrido.

Ele explica ainda que o plantio se estende até dezembro, dependendo da região, e a colheita ocorre desde o final de janeiro até o final de abril, com picos nos meses de março e abril.

COMERCIALIZAÇÃO – Em relação às negociações, Garrido diz que elas estão em ritmo mais lento do que em anos anteriores. “Além dos produtores estarem mais capitalizados e com menos pressa de comercializar, a safra americana é muito grande neste ciclo. Em contrapartida, a demanda chinesa tem se mostrado bastante aquecida”, comenta o técnico do Deral.

De acordo com o economista, foram comercializados até o momento cerca de 6% do total da safra de soja paranaense. “Na safra passada, neste mesmo período, haviam sido comercializados 25% do total estimado”, completa.

A estimativa do Deral para a safra 2014/15 é de uma área plantada com soja de 5 milhões de hectares, 3% superior à safra passada. Em termos de produção, a previsão é de 17,2 milhões de toneladas, um crescimento de 18% em relação ao ano passado. “Problemas climáticos podem alterar essa previsão”, alerta.

De janeiro a outubro de 2014 foram movimentadas pelos portos do Paraná 39 milhões de toneladas de produtos, volume similar ao registrado no mesmo período do ano passado.

Fonte: AEN – Agência Estadual de Notícias.

CAMPO LIMPO – Paraná renova convênio para recolhimento de embalagens de agrotóxicos

A Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema/PR), acaba de garantir a continuação do Sistema Campo Limpo ? programa que realiza a Logística Reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas no Paraná. Foto: Divulgação Meio Ambiente
A Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema/PR), acaba de garantir a continuação do Sistema Campo Limpo ? programa que realiza a Logística Reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas no Paraná. Foto: Divulgação Meio Ambiente

O Governo Estadual renovou o convênio para a realização de ações do programa Campo Limpo, que faz a logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas. O programa é desenvolvido em todo o Brasil e o Paraná é modelo nacional no desenvolvimento das ações.

Na terça-feira (11) foi assinado um termo aditivo ao convênio entre a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, o Instituto das Águas do Paraná, a Associação dos Distribuidores de Defensivos do Centro Sul (ADDCS) e o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev).

A medida prorroga, por mais um ano, a parceria para trabalhos e acompanhamento, treinamentos, fiscalização, controle e pesquisa no sistema de recebimento das embalagens vazias de agrotóxicos em todo o Estado. Todo esse suporte fica sob responsabilidade do Instituto das Águas.

LÍDER - O Paraná é o estado que mais contribui para que o Brasil seja referência mundial em recolhimento de embalagens vazias de agrotóxicos. De todas as embalagens que chegam aos campos paranaenses, 98% são lavadas e separadas corretamente pelos agricultores. Na França o índice é de 77%, no Canadá 73% e, nos Estados Unidos, 33%.

“Em 2014, estamos comemorando 10 anos do Sistema Campo Limpo e com o termo aditivo garantimos o compromisso do Estado e da indústria com o meio ambiente no campo”, explica o Secretário do Meio Ambiente, Caetano de Paula.

“Além disso, a assinatura garante que o Paraná continue com as ações de Educação Ambiental e envolvimento de agricultores em todo o processo. Afinal, de todas as embalagens que entram nos postos de coleta, mais de 98% foram lavadas e separadas pelo agricultor”, afirma Caetano de Paula.

CONSCIENTIZAÇÃO - Para o diretor presidente do Inpev, João Cesar Meneguel Rando, os agricultores paranaenses atingiram um nível de conscientização que permite solucionar um problema de saúde pública e de preservação ambiental.

“Sem dúvida o Paraná é modelo para país”, disse João Rando. “A expressividade dos índices, bem como a forte integração dos elos da cadeia, colocam o sistema de destinação de embalagens vazias de defensivos agrícolas como um exemplo de sucesso na gestão de resíduos sólidos. Garantir mais um ano de parceria com o Paraná é entender o que é melhor para o Meio Ambiente”, finaliza Rando.

MELHORAR – O técnico do Instituto das Águas e coordenador do programa no Paraná, Rui Muller, explica que com o termo aditivo o Estado dá continuidade aos trabalhos e que o controle, a fiscalização e a qualificação dos agricultores só tende a melhorar. “Vamos manter a liderança e quem sabe chegar aos 100% de embalagens recolhidas corretamente aqui no Estado. Esta parceria é fundamental para uma viabilização e um suporte ao Sistema Campo Limpo”, afirma Muller.

SISTEMA - O programa gerenciado pelo Inpev realiza a logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas no Brasil. Abrange todas as regiões do país e tem como base o conceito de responsabilidade compartilhada entre agricultores, indústria, canais de distribuição e poder público, conforme determinações legais.

Quando as embalagens de agrotóxicos são descartadas em aterros ou lixões, os produtos ficam expostos e contaminam o solo, as águas superficiais e os lençóis freáticos. Se forem reutilizadas, podem colocar em risco a saúde dos homens e dos animais.

Uma pesquisa realizada pela Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), em 1999, indicou que 50% das embalagens vazias de defensivos agrícolas no Brasil eram doadas ou vendidas sem qualquer controle; 25% tinham como destino a queima a céu aberto, 10% eram armazenadas ao relento e 15% eram abandonadas no campo.

Hoje, graças ao Sistema Campo Limpo, já tem destino certo cerca de 94% das embalagens plásticas primárias (que entram em contato direto com o produto) e 80% do total de embalagens vazias de defensivos agrícolas que são comercializadas.

Fonte: AEN – Agência Estadual de Notícias.

Momento Saboroso – Macarrão Carbonara

Existem várias lendas sobre a receita de carbonara, porém, a mais curiosa é a de que ela se tornou popular durante a invasão americana à Itália durante a segunda guerra e que os americanos tinham leite em pó e bacon em sua ração e os italianos tinham o macarrão e ovos, então, os soldados preparavam a massa usando seus capacetes de aço como panela. Mas isso é uma lenda ;).

Macarronada Carbonara.
Macarrão Carbonara.

Ingredientes

200 gr de creme de leite
200 gr de bacon
1 dente(s) de alho
2 unidade(s) de gema de ovo
3 colher(es) (sopa) de parmesão ralado(s)
quanto baste de sal
quanto baste de pimenta-do-reino branca
quanto baste de azeite de oliva
250 gr de lingüini

Como fazer

Coloque bastante água em uma panela funda e leve ao fogo.
Quando estiver quase fervendo comece a preparar o molho para que coincida com o final do cozimento do macarrão.
Em uma frigideira, coloque um pouco de azeite e o bacon cortado em tiras.
Quando estiverem douradas tire o bacon e deixe escorrer num pedaço de papel toalha.
Na gordura resultante, acrescente o alho picadinho.
Com o fogo baixo, acrescente o creme de leite já misturado com as gemas misture bem e acrescente queijo ralado.
Coloque o talharim já cozido neste creme e misture.
Se achar que ficou muito seco, que é o jeito certo da receita, pode agregar 1/2 xícara da água do cozimento do macarrão que vai dar uma ótima cremosidade ao molho.
Então acrescente sal e pimenta do reino a gosto.

Retirado do Site: www.cybercook.com.br

PARANÁ COMPETITIVO – Investimentos industriais aquecem economia dos municípios paranaenses

Obras da Indústria Klabin em Ortigueira. Foto: Jonas Oliveira
Obras da Indústria Klabin em Ortigueira.
Foto: Jonas Oliveira

Os empregos gerados pelas indústrias incentivadas pelo programa Paraná Competitivo, do Governo do Estado, movimentam a economia de diversos municípios, em todo o Estado. São exemplos Palmeiras, Ponta Grossa, Ortigueira, Barracão. Moradores, comerciantes e secretários municipais da indústria e comércio destacam benefícios como aquecimento do comércio e do mercado imobiliário, qualificação profissional e aumento da arrecadação municipal.

Levar desenvolvimento, empregos e oportunidades para o interior do Paraná é um dos objetivos do Paraná Competitivo, criado em 2011 e que apoia, com incentivos fiscais, os novos empreendimentos que se instalam no Estado e a ampliação de plantas já existentes. Em quatro anos, o programa contabiliza a atração de mais de R$ 35 bilhões em investimentos. Do total de investimentos já consolidados, 75% estão no interior

Em Palmeira, cidade com cerca de 32 mil habitantes nos Campos Gerais, a construção da unidade da fornecedora de peças para o setor automotivo, CCS Tecnologia, vem movimentando a economia da cidade desde o ano passado. A empresa está investindo R$ 30 milhões na unidade que vai gerar 300 empregos diretos.

Segundo o secretário da Indústria e Comércio de Palmeira, Jaudeth Hajar, as obras estão em fase final e já há mais de 100 funcionários contratados. “Percebemos melhorias em todos os setores. Mais empregos, oportunidades para o comércio local, restaurantes, vigilância e serviços em geral. Lojas de material de construção estão vendendo muito bem”, cita.

Em Palmeira, a CCS Tecnologia e outras empresas da região fizeram uma parceria com o Senai para a implantação de cursos técnicos na cidade, assegurando mão de obra treinada e qualificada. “Essa mão de obra qualificada vai facilitar a vinda de outras empresas para a cidade”, prevê o secretário de Palmeira.

Jaudeth destaca, ainda, que houve uma forte valorização no preço das casas e terrenos na cidade. “Está vindo gente de fora e houve uma forte valorização dos imóveis e do mercado imobiliário em geral de Palmeira”.

PONTA GROSSA - O aquecimento no setor imobiliário também ocorre em Ponta Grossa. A cidade contabiliza R$ 3,3 bilhões de investimentos industriais, beneficiados pelo Paraná Competitivo. “A cidade está com um mercado bem aquecido, com a construção de novos empreendimentos horizontais e verticais. É um reflexo direto desse processo de industrialização”, salienta Nilton Fior, presidente da Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa (ACIPG).

Presidente da Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa (ACIPG), Nilton Fior.Foto: Divulgação Foto: Thiago Terada
Presidente da Associação Comercial e Industrial de Ponta Grossa (ACIPG), Nilton Fior.Foto: Divulgação
Foto: Thiago Terada

Entre as indústrias que estão se instalando em Ponta Grossa está a Ambev. A multinacional de bebidas constrói uma unidade com investimentos de R$ 580 milhões. As obras, que estão aceleradas, empregam cerca de 1 mil trabalhadores. Em funcionamento a unidade deve gerar 500 empregos diretos e indiretos.

” Ponta Grossa está importando mão de obra da região para atender as demandas dos setores comerciais e industriais, em especial, trabalhadores da construção civil e montadores industriais”, afirma Nilton Fior.

REFORÇO NA ARRECADAÇÃO - Um reflexo esperado a médio prazo é um reforço nos cofres do município. Cálculos da prefeitura apontam que o orçamento municipal deve dobrar nos próximos anos, chegando a mais de R$ 1 bilhão.

O fortalecimento das contas públicas também é aposta da prefeitura de Ortigueira para os próximos anos. A prefeita do município de 24 mil habitantes, Lourdes Banach, ainda não tem estimativas do aumento, mas está confiante que o orçamento municipal “dará um bom salto” nos próximos anos. A multinacional Klabin investe cerca de R$ 7 bilhões na construção da fábrica de celulose na cidade.

Hoje o orçamento de Ortigueira é de R$ 46 milhões por ano. A prefeita explica que parte do Imposto Sobre Serviço (ISS) gerado pela construção da unidade já está entrando na conta da prefeitura. O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) começará a ser arrecadado com início da operação da unidade da Klabin, prevista para primeiro trimestre 2016.

Hoje, a obra emprega cerca de 5,5 mil pessoas e deve chegar ao 8,5 mil trabalhadores no pico da obra. Cerca de 85% dos trabalhadores são paranaenses e a grande maioria moradora de Ortigueira e municípios da região. Quando entrar em atividade, a unidade de Ortigueira vai criar 1,4 mil postos diretos de trabalho.

Toda essa movimentação já tem reflexos na economia da cidade. Segundo Lourdes, diversos comerciantes e moradores estão ampliando seus negócios e casas. “Percebemos a melhoria na qualidade de vida das pessoas, que estão construindo mais, comprando carros e melhorando financeiramente”, explica.

DIVERSIFICAÇÃO - Em Barracão, no Sudoeste do Estado, com cerca de 10 mil habitantes, a instalação da fábrica de sorvetes dos Los Paleteros é a aposta para o início da diversificação da economia da cidade. Baseada na agricultura, confecções e calçados, a economia de Barracão vê na recém-inaugurada unidade uma oportunidade para atrair novos indústrias do ramo alimentício.

Para isso, o secretário municipal da Indústria e Comércio, Celso Luiz Reineri, afirma que a prefeitura já busca novos terrenos para criar um distrito industrial. “Estamos perdendo indústrias interessadas em se instalar aqui por falta de área adequada”, afirma.

O secretário afirma que o início da produção Los Paleteros, que investiu R$ 9,5 milhões e está gerando cerca de 160 empregos diretos e indiretos, criou novas oportunidades de negócio no município. “Se há emprego, há geração de renda e movimentação da economia”, ressalta ele.

Fonte: AEN – Agência Estadual de Notícias

EFICIÊNCIA – Detran amplia leilões de veículos no Paraná

Detran Paraná amplia número de leilões de veículos. Foto: Allan Marba/Detran
Detran Paraná amplia número de leilões de veículos.
Foto: Allan Marba/Detran

O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) alcançou no mês de outubro a marca de 20.862 veículos leiloados em 2014, com arrecadação superior a R$ 12 milhões nos eventos. A expectativa é superar, até o final do ano, o recorde no número de leilões em 2013, quando foram mais de 25 mil veículos leiloados e R$ 15 milhões arrecadados.

Até dezembro de 2014, o Detran realizará mais dois leilões, com cerca de 4,7 mil veículos. Em 20 de novembro, 350 veículos para circulação serão comercializados em Maringá. O último evento do ano acontecerá em Foz do Iguaçu, em 4 de dezembro, com 4 mil veículos para sucata.

Desde 2011, o Governo do Paraná tem intensificado a realização de leilões com o objetivo de liberar os pátios ocupados por veículos apreendidos em todo Estado e de usar os recursos arrecadados para quitar as dívidas acumuladas com multas, taxas, impostos e gastos com estadia e remoção dos veículos. Assim, o dinheiro arrecadado com as vendas é investido em melhorias nas estradas, em sinalização, engenharia e segurança viária. Hoje, somente nos pátios do Detran e da PM estão 26 mil veículos apreendidos.

“Nos últimos quatro anos, o Detran realizou mais que o dobro de leilões que no governo anterior. Desde janeiro de 2011, foram 67.565 veículos leiloados, com uma arrecadação superior a R$ 55 milhões. Assim, conseguimos liberar veículos que se acumulam nos pátios por anos e que representam graves problemas de saúde pública, como proliferação de mosquitos da dengue, por exemplo, e gastos com segurança e armazenamento”, destaca o diretor-geral do Detran em exercício, Ivaldo Patrício.

RECICLAGEM – Em 2014, além dos tradicionais leilões de sucatas e de circulação, o Detran promoveu um evento inédito com veículos destinados à reciclagem. A nova modalidade permite que latarias sejam transformadas em material para construção, como pregos, arame e pó de ferro. Os vidros, espumas, plásticos e pneus também são aproveitados e destinados para empresas especializadas, que têm compromisso ambiental com o destino do material.

Nesta modalidade foram leiloados 501 automóveis, 306 motos, seis semirreboques e 11 caminhões que estavam parados no pátio da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos, em Curitiba. O espaço pode então ser desativado e destinado para construção do Hospital da Beneficência Árabe do Paraná, com 230 leitos, um centro de ensino e pesquisa e um centro de diagnóstico e terapias ambulatoriais.

PROCEDÊNCIA – Todos os veículos que são leiloados pelo Detran foram apreendidos por órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito em função de alguma irregularidade. Os principais motivos são falta de pagamento do licenciamento; condução do veículo com equipamentos e características alteradas e veículo com equipamentos defeituosos.

Após apreensão, o veículo é encaminhado para os pátios das Ciretrans e da Polícia Militar do Estado, distribuídos em 255 municípios. Caso o proprietário não pague os débitos e não retire o veículo no prazo de 90 dias, como prevê a legislação, ele é direcionado para leilão. Para ser comercializado em leilão, o veículo não pode ter qualquer bloqueio de ordem judicial, policial ou administrativo.

PÁTIOS – Hoje, o Detran tem 35 pátios em funcionamento. A Polícia Militar do Paraná possui outros 220 e existem ainda os pátios das prefeituras, do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), das Polícias Rodoviárias Estadual e Federal. Estima-se que no Paraná são apreendidos, em média, três veículos por hora.

ARRECADAÇÕES - Os valores arrecadados são destinados ao pagamento de multas, impostos e de outros gastos do veículo. Caso o valor pago no leilão seja maior que os débitos existentes, o excedente será devolvido ao antigo proprietário. Ao contrário, se a quantia arrematada não for suficiente, a dívida restante será desvinculada da placa do veículo e cobrada do ex-proprietário por cadastro em dívida ativa.

Conheça as diferentes condições que os veículos são leiloados:

SUCATA – São veículos que servem para fins exclusivos de desmonte e reaproveitamento comercial de peças e lataria. De janeiro a outubro de 2014, foram leiloados 18.840 veículos nessa condição no Paraná.

CIRCULAÇÃO – São veículos que estão em condições de circular em vias públicas. No Estado, foram leiloados, 1.198 veículos nessa modalidade em 2014.

RECICLAGEM - Os veículos passam por processos de descontaminação, descaracterização e trituração para evitar que peças, partes ou o próprio veículo volte à circulação. Depois, as partes são recicladas. No total, foram leiloados 824 veículos para reciclagem no primeiro leilão deste tipo no Paraná.

Foto: Allan Marba/Detran
Foto: Allan Marba/Detran

Fonte: AEN – Agência Estadual de Notícias.

Roncador – Escola Municipal João Paulo I promove Festa de Halloween

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A Escola Municipal João Paulo I, através do contra turno social promoveu na tarde da sexta-feira (31) a Festa do Halloween. Alunos, diretores e professores se caracterizaram para entrar no clima da brincadeira. Foram realizados vários desfiles e, ao final da tarde “arrepiante”, todos se deliciaram com comidas típicas.

O evento foi realizado no CEDSC (Centro Educacional, Social e Cultural) que foi todo decorado com o tema do Dia das Bruxas.
Sobre o dia – O Halloween ou All Hallow’s Eve (véspera do Dia de Todos os Santos) é assim denominado porque os agricultores temiam que no dia anterior ao dia de todos os santos, criaturas do mal viriam para assustá-los. Eles então se vestiam com roupas assustadoras para que as bruxas e, outras criaturas não lhes fizessem mal. Depois de muito tempo isso passou a ser uma festividade.

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Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Roncador – PR

DIREITOS DOS GRANDES PRIMATAS – DR. PEDRO A. YNTERIAN – Chinchilas libertadas

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Dias atrás, um grupo de jovens ativistas que luta pelos direitos dos animais invadiu um criadouro de chinchilas, na periferia de São Paulo, e libertou um grupo delas, das milhares lá existentes para serem abatidas e sua pele ser usada em casacos para humanos.

A Chinchila é um animal pequeno e delicado, a maioria não a conhece; porém, 15 anos atrás, tivemos um grupo delas e pudemos apreciar a monstruosidade que representa essa indústria absurda construída, que assassina milhares de seres que têm tantos direitos como nós – de viver em paz e respeitados no Planeta.

Além de mostrar para a sociedade a barbaridade que se cometia com uma espécie meiga e delicada, que nunca fez mal a humanidade, a ação dos jovens ativistas tinha o propósito de chamar a atenção sobre o PL n° 616/ 11, de autoria do Deputado Feliciano Filho (PEN), que aguardava assinatura do Governador do Estado de São Paulo para ser oficializado.

O Governador Geraldo Alckmin, sensibilizado ante o massacre que significa continuar, no Século XXI, sacrificando animais silvestres, para abrigar humanos, que têm outras formas de se agasalhar, sancionou o PL n° 616/11, que o converte em Lei, sendo o Estado de São Paulo um exemplo para o Brasil e para o Mundo na Proteção Animal.

Os que viviam às custas dos sofrimentos das Chinchilas e de outros animais, como sempre, colocaram o “desemprego de humanos” como a consequência nefasta da medida. Matar animais silvestres inocentes não justifica criar um único emprego humano!

Os criadouros de Chinchila têm milhares de seres ainda em seu poder. As autoridades devem proteger essas vidas de serem massacradas ou transferi-las para outras localidades onde a Lei não se aplica.

Os que torturam e matam animais silvestres inocentes não podem continuar na impunidade.

Retirado do Site: www.anda.jor.br

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