QUALIDADE DE VIDA – Cascavel tem um dos melhores índices de saneamento do Brasil

Cascavel tem um dos melhores índices de saneamento do Brasil. Foto: Divulgação Sanepar Foto de Vanderson faria
Cascavel tem um dos melhores índices de saneamento do Brasil.
Foto: Divulgação Sanepar
Foto de Vanderson faria

A infraestrutura de saneamento básico de Cascavel se equipara a das principais cidades do País e do mundo. Com pouco mais de 60 anos, o município apresenta altos índices de cobertura no abastecimento público e no sistema de coleta e de tratamento do esgoto. A rede de distribuição de água tratada atende 100% do perímetro urbano e as redes de esgoto estão espalhadas por mais de 91% da mesma área.

De acordo com o gerente-geral da Sanepar na região, Renato Mayer Bueno, esses índices trazem benefícios ambientais, sanitários, econômicos e para a saúde pública. “Por isso, nos últimos cinco anos foram investidos cerca de R$ 69 milhões para ampliar em 463 quilômetros as tubulações que transportam o esgoto e para interligar mais 23,6 mil domicílios ao sistema”, explica.

Com quatro estações de tratamento de esgoto, quase 1 milhão de metros de redes coletoras, coletores tronco, interceptores, elevatórias e emissários, a Sanepar recolhe hoje o esgoto em mais de 105 mil domicílios em diversas regiões da cidade. São retirados dos imóveis e tratados diariamente quase 50 milhões de litros de dejetos, que depois são devolvidos à natureza dentro dos parâmetros definidos pela legislação ambiental.

“Um sistema de esgoto funcionando adequadamente e com 100% de tratamento de todo volume coletado, como em Cascavel, valoriza a cidade, apresenta diferencial para atrair novos investimentos e melhora a qualidade ambiental”, o gerente geral.

SANEAMENTO É SAÚDE – Para o secretário de Saúde de Cascavel, Reginaldo Andrade, entre os mais importantes fatores determinantes de saúde estão as condições ambientais. “Sabe-se que diversas doenças infecciosas e parasitárias têm no meio ambiente uma fase de seu ciclo de transmissão. A existência de um sistema de saneamento adequado e suficiente significa interferir diretamente nesse processo de forma a interromper esse ciclo vicioso de transmissão da doença”, afirma o secretário.

O presidente da Associação Comercial e Industrial, Alci Rotta Júnior, afirma que Cascavel é uma cidade “moderna e pujante”. Ele diz que a cidade precisa seguir avançando também em fundamentos estruturais. “Contar com cobertura de rede de esgoto sanitário que chega a 91% faz parte desse grande projeto de comunidade. O município pode ampliar o crescimento vertical e criar condições tecnicamente melhores para a expansão de empresas e, consequentemente, do fortalecimento da economia”, ressalta Alci.

FIM DAS FOSSAS – Os benefícios do sistema de esgoto também são percebidos pela população. A coleta imediata e ininterrupta de todo o esgoto nas instalações sanitárias dos imóveis elimina e necessidade de instalação e manutenção de fossas sépticas e promove o afastamento rápido dos dejetos. Por onde a rede passa há redução dos riscos de poluição.

O motorista de ônibus aposentado Elido Garbin comemora a chegada da rede de esgoto na Rua Guatemala, no Bairro Periollo. Há 30 anos morando no mesmo imóvel, Elido diz que foi um dos primeiros a interligar a casa ao sistema e que as condições do bairro melhoraram muito. “Ganhamos com a valorização das nossas casas, com a saúde e com a higiene”, comenta.

Quando a rede passou na rua dele, há cerca de um ano e meio, uma das fossas tinha desabado. “Os transtornos de refazer ou até mesmo de manter a fossa acabaram. Com a rede instalada estamos tranquilos”, destaca. O aposentado diz que até os insetos desapareceram. “Nunca mais vi uma barata rondando o quintal”. De acordo com ele, o maior benefício é a preservação da água. “O esgoto coletado é a garantia de que não estamos contaminando as fontes de abastecimento e que nossos netos poderão ter água com qualidade no futuro”, destaca Elido.

Fonte: AEN – Agência Estadual de Notícias

CONTEÚDO ANDA – Vacas abandonadas nas ruas da Índia estão morrendo por ingestão de lixo plástico‏

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Abandonadas, as vacas procuram comida no lixo e acabam ingerindo grande quantidade de plástico. Foto: Rohan Babu/Flickr
Abandonadas, as vacas procuram comida no lixo e acabam ingerindo grande quantidade de plástico. Foto: Rohan Babu/Flickr

A Índia está se urbanizando rapidamente. Cidades estão se erguendo onde antes havia vilas nas quais as vias eram feitas para bicicletas e, apenas ocasionalmente, motocicletas. Atualmente, rodovias urbanas já estão congestionadas com carros e caminhões. Os campos antes eram arados por touros que depois pastavam livres também desapareceram – no entanto, as vacas não.

Muitas pessoas celebram a Índia como a nação que concentra o maior número de vegetarianos do mundo. Mas, com meio bilhão de bovinos, o país também é o maior exportador de carne do mundo – estando na frente de outros grandes exportadores como Brasil e Austrália – e hospeda a maior parte das fazendas de produção de laticínios do planeta. Quinhentos milhões de bovinos vivem na Índia, e em Udaipur, uma cidade de porte médio com quinhentos mil habitantes, milhares de vacas são vistas em casas e andando pelas ruas.

A maioria das vacas que vagam pelo país são fêmeas em uma idade na qual não produzem mais leite. Por não serem mais consideradas úteis, elas são enxotadas com vassouras das casas onde passaram os primeiros cinco anos de suas vidas, tempo em que muitas vezes viveram amarradas em correntes curtas e tiveram a permissão de caminhar por apenas dez minutos por dia para beber água.

A vida das vacas nas ruas da Índia

Uma vaca que tiver “sorte” nas ruas terá um pequeno espaço no qual conseguirá transitar, quase sempre repetindo o mesmo padrão dia após dia – isso se ela não for interrompida por algum agente do mercado de carne. Ela irá visitar alguma casa aparentemente amigável onde sabe que irá encontrar dois “chapattis” (pães típicos do local) que foram deixados exatamente para ela cinco minutos antes de sua chegada. Em seguida, ela caminhará até o portão de uma outra casa onde foi cuidadosamente instalada uma calha de cimento na qual ela tomará longos goles de água fresca. O próximo passo é o vendedor de vegetais na esquina, que corta talos de couve-flor e joga-os em um pilha no chão, justamente para ela. Após comer, ela irá se deitar um pouco para descansar e tomar sol por meia hora.

Apesar desta vida estar longe de ser a situação ideal para uma vaca, ela pode parecer monótona e previsível. Mas, como sempre, as coisas não são o que parecem. Frequentemente, vacas são atropeladas por motoristas nas caóticas ruas das cidades. Segundo a ONG Animal Aid Unlimited, esses condutores descuidados são desastrosos para as vacas, sendo que os 55 voluntários que a organização coloca para resgatá-las estão ocupados todos os dias. Muitas das vacas resgatadas são vítimas de fraturas ou estão com feridas abertas após as colisões. Geralmente a Animal Aid trata cerca de 50 vacas e touros ostentando fraturas nas patas ou quadris, bem como ferimentos e cortes, além de prolapsos uterinos.

O time de resgatadores está sempre ocupado, cuidando em média de 50 vacas por dia, que foram feridas nas ruas.

Rohan Babu/Flickr
Rohan Babu/Flickr

Vítimas do lixo plástico

No entanto, conforme a reportagem do One Green Planet, ainda mais sérios que os danos trazidos pelos carros estão os causados pelas pilhas de plástico que as vacas muitas vezes ingerem ao confundirem com comida. As vacas tem o hábito de vagar por perto de montes de lixo que coletores criaram, onde pode haver restos de alimentos de uma festa em meio a centenas de sacolas e pratos de plástico sujos de molhos saborosos. Atraídos pelos restos de comida misturados ao lixo, esses animais tragicamente comem também os produtos descartáveis.

De acordo com a Animal Aid, as vacas e touros resgatados chegam até eles com estômagos contendo de 16 a 36 quilos de lixo plástico. Na verdade, muitas vacas são retiradas das ruas por funcionários do governo que as despejam em depósitos de lixo.

Quando alguém entra em contato com a Animal Aid pedindo para resgatar uma vaca nas ruas, o animal já está definhando. “Elas estão ‘em pele e osso’, e costumam parecer prenhas por causa do plástico em seus estômagos”, diz a ONG.

Visitantes e voluntários da organização veem vacas e touros pastando no feno com curativos e talas, ou descansando em colchões com os estômagos inflados devido ao plástico, incapazes de ficarem de pé. “Por não ser permitido induzir esses animais à morte em Rajasthan, nós tristemente sabemos que esses são lugares onde muitos deles, sedados e enlouquecidos, irão passar seus últimos dias”, explicou a Animal Aid ao One Green Planet, referindo-se aos espaços onde cuidam dos animais.

Rohan Babu/Flickr
Rohan Babu/Flickr

Remover o plástico do organismo dos animais é “virtualmente impossível”. A “rumenotomia” – que é a evacuação do conteúdo do estômago dos ruminantes – é uma cirurgia com alta taxa de mortalidade, pois o delicado peristaltismo das ondulações intestinais e as secreções enzimáticas do aparelho digestivos são facilmente congeladas quando traumatizadas pelo processo cirúrgico.

A Animal Aid Unlimited afirma que tem como missão tratar vacas e touros em sofrimento e colocar as pessoas em contato com esses animais, de modo a serem capazes de entender melhor a sua inteligência, curiosidade, afeições e experiências, bem como os seres maravilhosos que eles são.

Fonte: www.anda.jor.br

anda-logo-frase

Região – Cidade Nova “Cozinha Brasil” inicia curso em Campo Mourão

Comer bem gastando pouco é a diretriz do programa do Sesi

Cupcakes preparados com aveia e uma das receitas do Cozinha Brasil Turminha Marcelo Gandra/Coperphoto/Sistema FIEB
Cupcakes preparados com aveia e uma das receitas do Cozinha Brasil Turminha Marcelo Gandra/Coperphoto/Sistema FIEB

Na terça-feira (29/3), às 13h30min, na unidade básica de saúde do jardim Cidade Nova, começou a ser ministrado curso do programa Cozinha Brasil Sesi. Duas turmas serão atendidas pelo programa em Campo Mourão, nesta semana. A ação é resultado de parceria firmada entre o Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Município de Campo Mourão.

O programa do Sesi promove ações de educação alimentar e nutricional com o objetivo de elevar o nível de saúde e qualidade de vida das pessoas, por meio da orientações de nutricionistas que estimulam uma alimentação de alto valor nutricional de baixo custo.

O curso será ministrado nos dias 29, 30 e 31, na UBS do jardim Cidade Nova. Uma turma participará do curso no período da tarde – entre 13h30min e às 16h50min – e a outra turma será atendida no período da noite – das 19 às 22 horas.

O Sesi Cozinha Brasil une três ingredientes extremamente desejados para uma boa refeição: economia, qualidade e sabor. Aproveitar todas as partes dos alimentos, inclusive o que normalmente é desprezado como caule, talos, cascas, folhas e sementes, é a grande estratégia do programa.

A tecnologia social do programa foi considerada uma alternativa eficaz de educação alimentar e combate à fome. Nos mesmos moldes do Cozinha Brasil, já está funcionando o Cocina Uruguay, assessorado pela equipe do Sesi, como parte do Programa América Latina e Caribe sem Fome da Organização das Nações Unidades para Agricultura e Alimentação/FAO. A África também reconheceu a tecnologia social Cozinha Brasil e implantou o Cozinha Moçambique, em 2009.

Direito
A segurança alimentar e nutricional é o direito ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais. Atualmente, no Brasil, mais de 65 milhões de pessoas vivem em situação de insegurança, sendo cerca de 11 milhões encontram-se em estado grave por não possuírem recursos para a compra de alimentos. Diante deste cenário, o Sesi criou o Cozinha Brasil.

Fonte: Toninho Divulgação

unnamed

INDICADOR – Venda de combustível aponta melhora da atividade econômica no Paraná

Venda de combustível aponta melhora da atividade econômica no Paraná. Foto: ANPr
Venda de combustível aponta melhora da atividade econômica no Paraná.
Foto: ANPr

As vendas de óleo diesel e de óleo combustível contrariaram a tendência nacional e cresceram no primeiro bimestre no Paraná, impulsionadas pelo transporte da safra agrícola e pela indústria do Estado.

A venda de óleo diesel e combustível é considerada um dos principais indicadores da atividade econômica, por estar relacionada diretamente ao ritmo de transporte de cargas no País e da produção industrial.

No Paraná, a comercialização de óleo diesel aumentou 6,7% no primeiro bimestre deste ano ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, chegando a 829,8 mil metros cúbicos, de acordo com dados da Agência Nacional de Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O aumento na venda de óleo diesel no Paraná ocorre em um momento em que há um recuo das vendas deste produto em todo o Brasil, reflexo da baixa atividade econômica. Os números da ANP mostram uma queda de vendas de 6,6% no País na mesma base de comparação, para 8,22 milhões de metros cúbicos de óleo diesel.

DADOS REGIONAIS – O Paraná também teve o melhor resultado entre os estados do Sul e do Sudeste, que, em sua maioria, registraram queda nas vendas no período. A maior queda nas duas regiões, de acordo com dados da ANP, foi no Espírito Santo, com recuo de 19,5%, no Rio de Janeiro (-7,1%), São Paulo e Minas Gerais, com queda de 5,5% cada um.

“O mercado de diesel é muito associado ao nível de atividade econômica e os números refletem uma condição melhor para o Paraná, principalmente em função da safra agrícola”, diz Julio Suzuki Júnior, diretor-presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes).

INDÚSTRIA – A venda de óleo combustível, usado principalmente pela indústria, também cresceu no período, o que pode indicar melhora no ritmo de produção do setor. O óleo combustível é usado para alimentar caldeiras e fornos industriais em diversos setores, como papel e celulose, metalúrgico, de frigoríficos, por exemplo.

No acumulado de janeiro e fevereiro, as vendas de óleo combustível aumentaram 57,7% no Paraná em relação ao mesmo período do ano passado – para 22,2 mil metros cúbicos. No Brasil, a queda foi de 27,5% na mesma base de comparação, para 687,2 mil metros cúbicos.

O aumento da venda de óleo combustível pode estar relacionada à tendência de recuperação da indústria, um dos setores mais afetados pela crise econômica, de acordo com Suzuki Júnior.

Em janeiro, a indústria paranaense apresentou um crescimento de 2,2% da produção em relação a dezembro de 2015, segundo dado mais recente do IBGE. O resultado interrompeu uma sequência de três quedas consecutivas. Na mesma base de comparação, o Brasil registrou variação menor, de 0,4%. Em relação a janeiro do ano passado, no entanto, a produção ainda está 13,6% menor, acompanhando o resultado nacional.

Fonte: AEN – Agência Estadual de Notícias

APÓS QUATRO MESES – Horário de verão termina neste fim de semana

A partir da zero hora deste domingo (21) os relógios dos habitantes de dez estados das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Distrito Federal devem ser atrasados em uma hora, voltando a marcar 23h. É o fim do horário brasileiro de verão 2015/2016. Com a duração de quatro meses, o horário de verão começou no último dia 18 de outubro. ( A imagem é do Parque Tanguá, em Curitiba). Foto: Orlando Kissner/ANPr
A partir da zero hora deste domingo (21) os relógios dos habitantes de dez estados das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Distrito Federal devem ser atrasados em uma hora, voltando a marcar 23h. É o fim do horário brasileiro de verão 2015/2016. Com a duração de quatro meses, o horário de verão começou no último dia 18 de outubro. ( A imagem é do Parque Tanguá, em Curitiba). Foto: Orlando Kissner/ANPr

A partir da zero hora deste domingo (21) os relógios dos habitantes de dez estados das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Distrito Federal devem ser atrasados em uma hora, voltando a marcar 23h. É o fim do horário brasileiro de verão 2015/2016. Com a duração de quatro meses, o horário de verão começou no último dia 18 de outubro.

No sistema elétrico operado pela Copel no Paraná, o resultado observado durante o tempo de vigência do horário de verão foi uma redução média da ordem de 4,5% sobre os níveis máximos de demanda, retirando do sistema elétrico 200 MW (megawatts) de potência no final do dia. Tal alívio equivale a retirar do sistema elétrico, no horário de ponta, uma cidade como Maringá, de 391 mil habitantes.

A adoção do horário de verão permite aproveitar melhor a luminosidade natural, maior nesta época do ano, aliviando as condições de operação do sistema elétrico em um dos períodos de maior demanda, entre 18 e 21 horas – ou entre 19 e 22 horas durante a vigência da medida.

O alívio ocorre porque deixam de coincidir, no fim do dia, as demandas máximas de diferentes classes de consumo: com um dia mais longo, a rotina das pessoas é antecipada, e o acionamento de chuveiros e geladeiras, assim como as atividades de comércio e indústria, ocorrem antes do acionamento da iluminação pública.

“Ao evitar a sobreposição da demanda máxima das diferentes categorias de usuários, esse artifício ameniza a exigência sobre instalações como usinas, subestações e linhas de transmissão em momentos de grande demanda simultânea, garantindo mais segurança operacional e confiabilidade ao funcionamento do conjunto”, esclarece o engenheiro Nelson Cuquel, do Centro de Operação do Sistema Elétrico da Copel.

HORÁRIO DE PONTA – Nos últimos anos, o uso intensivo de aparelhos de refrigeração durante os meses quentes deslocou o período de maior consumo de energia para o início da tarde, fora da abrangência do horário de verão. Apesar disso, Cuquel esclarece que seus benefícios ainda justificam sua adoção.

“O aumento significativo do custo de geração torna cruciais todas as medidas que tornem mais eficiente a operação do sistema, como ocorre com o horário de verão, que é efetivo na folga que confere ao sistema elétrico no período de grande demanda do fim da tarde”, afirma. “Ele permite, assim, gerar menos energia para atender as mesmas cargas, o que vem em benefício dos reservatórios das usinas, que passam por um momento bastante desfavorável, e reduz a geração térmica, mais cara e poluente”.

Quanto ao uso de aparelhos de ar-condicionado e similares, a melhor medida que se tem à mão, segundo Cuquel, é o uso consciente e inteligente destes equipamentos, evitando o desperdício de energia.

Fonte: AEN – Agência estdual de Notícias

Sábado, dia 20 – Lucas do Rio Verde (MT) promove primeira “Cãominhada” neste final de semana

Divulgação.
Divulgação.

Os apaixonados por animais terão neste sábado (20), a oportunidade de curtir um lindo passeio com cachorros e ainda fazerem parte de um ato de solidariedade em prol da Alpatas, em Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso.

A Cãominhada é um evento promovido pela Secretaria de Esportes e Lazer, através do Programa Vida Nova, em parceria com a Alpatas (Associação Luverdense de Proteção, Adoção e Tratamento de Animais sem Lar). Alguns animais que estão no abrigo disponíveis para adoção também estarão no local.

De acordo com a Superintendente de Lazer de Lucas do Rio Verde, Hevelin Galter, os interessados em participar da Cãominhada poderão fazer as inscrições na Praça dos Migrantes, Centro de Lucas do Rio Verde, no sábado (20).

As inscrições serão feitas mediante a doação de produtos de limpeza, que serão repassados para a entidade. O intuito da Cãominhada é promover a prática de esportes, bem como chamar a atenção das pessoas para a adoção de animais abandonados.

No ato da inscrição, os tutores de animais receberão um kit, para que possam recolher as fezes ou outras sujeitas deixadas pelos cachorros.

Hevelin Galter ressaltou ainda que haverá uma campanha de vacinação anti-rábica. Os animais serão vacinados a partir das 14h no Lago Ernani José Machado.

Para o evento ocorrer sem acidentes, é pedido que os cachorros de grande porte estejam com focinheiras, e 100% dos participantes com coleiras e guias.

O trajeto
Os participantes, juntamente com os cachorros, sairão da praça dos Migrantes pela avenida Paraná, seguirão pela avenida Mato Grosso e concluirão a Cãominhada no Lago Ernani José Machado, na avenida Tocantins.

Sobre a Alpatas
A Alpatas é uma entidade sem fins lucrativos e tem como propósito lutar pelos direitos animais, fiscalizar maus-tratos e garantir a eles um novo lar. Quem tem interessem em ajudar, pode contribuir com produtos para a limpeza do local, medicamentos e doações em dinheiro, toda verba adquirida é destinada aos gastos com os tratamentos dos animais recolhidos. Toda doação é muito significativa. A entidade está localizada na Avenida da Fé, bairro Industrial, ao lado do EcoPonto.

Fonte: Cenário MT

Retirado do Site: www.anda.jor.br

anda-logo-frase

MERCADO DE TRABALHO – Rendimento dos idosos do Paraná tem maior expansão do Sul e Sudeste

Agência do Trabalhador. Aposentado Marcos Henrique Ribeiro. Foto: Orlando Kissner/ANPr
Agência do Trabalhador. Aposentado Marcos Henrique Ribeiro.
Foto: Orlando Kissner/ANPr

A população acima de 60 anos no Paraná viu o seu rendimento médio real habitual crescer 11,6% acima da inflação no último ano. É o que revelam os dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua) trimestral, do IBGE, compilados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes).

A renda mensal dessa faixa etária passou de R$ 2.277 no terceiro trimestre de 2014 para R$ 2.542 no mesmo período do ano passado (último dado disponível). Conforme a pesquisa, o rendimento médio também é o maior do Sul: em Santa Catarina é de R$ 2.308 e no Rio Grande do Sul, de R$ 2.294.

No Sul e no Sudeste, o Paraná foi o que teve a maior expansão de renda entre os idosos, comportamento que também contrastou com o que o ocorreu em termos nacionais. No Brasil, o rendimento médio dos idosos encolheu em 1,28% em termos reais (já descontada a inflação) na mesma base de comparação. Passou de R$ 2.342 para R$ 2.312.

A secretária do Trabalho e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, afirma que o Governo do Paraná faz um trabalho de reinserção da pessoa idosa no mercado de trabalho, como parte das ações de promoção e proteção que constam no Plano Estadual dos Direitos da Pessoa Idosa do Paraná, lançado em 2014.

Os idosos são um grupo prioritário para as ações de intermediação de mão de obra desenvolvidas nas 220 agências do Trabalhador no Estado.

“Para esta reinserção buscamos privilegiar suas habilidades e competências, garantindo sua permanência no mercado de trabalho. Com isso, é possível melhorar a qualidade de vida, aumentar a autoestima e fortalecer o sentimento de capacidade e produtividade”, diz Fernanda.

De acordo com a projeção do IBGE, 8,52% da população paranaense, estimada em 11,1 milhões de pessoas, tem mais de 65 anos. A previsão é que essa população responda, em 2030, por 15,13% da população total no Estado.

DESEMPREGO MENOR – O aumento da renda dos idosos coincide com taxas mais baixas de desemprego para essa faixa da população. Os dados da PNAD mostram que a desocupação para pessoas com mais de 60 anos estava, no terceiro trimestre de 2015, em 1,8%. A média geral no Estado foi de 6,1% no período.

“Os dados revelam que mais pessoas idosas estão empregadas e que a procura por essa mão de obra vem também influenciando o rendimento”, diz Julio Suzuki Júnior, presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes).

Uma combinação de fatores ajuda a explicar esse movimento. Do lado da pessoa idosa, há o desejo de se manter mais ativo, ocupar o tempo e aumentar os rendimentos. Por outro lado, as empresas buscam a estabilidade, comprometimento e a experiência, que são características da população dessa faixa etária.

“A rotatividade no emprego entre as pessoas idosas é menor, ao contrário do que ocorre com os jovens, que ainda estão buscando um rumo para a carreira e sua consolidação no mercado e por isso trocam mais de emprego”, diz Suzuki Júnior.

Box

EMPRESAS TÊM PREFERÊNCIA PELO PÚBLICO IDOSO

Com cerca de mil e duzentos atendimentos diários, a Agência do Trabalhador de Curitiba, tem se destacado com, no mínimo, 30 atendimentos diários para pessoas com mais de 60 anos de idade. De acordo com o gerente Rafael dos Santos, para atender a população mais idosa, a agência distribui senhas preferenciais. Dos 30 atendimentos diários, 70% são encaminhados para entrevista e processo de seleção.

As ofertas de emprego, no entanto, não possuem limitador, ou seja, as vagas oferecidas podem ser preenchidas por pessoas de 16 ou 18 anos até 99 anos de idade. “Eles podem concorrer a qualquer uma delas”, garante Rafael e acrescenta. Não existem vagas específicas para o público de mais idade, o que acontece são preferências, por parte das empresas que desejam abrir espaço para o publico idoso trabalhar com elas. Nesse caso, há uma observação na oferta para que seja dada prioridade a pessoas com mais de 60 anos de idade ou aposentados. “Cada vez mais eles querem estar no mercado de trabalho e a aceitação tem sido excelente”, afirma Rafael que trabalha na agência desde 1999.

NA ATIVA – Luiz Carlos Flores tem 65 anos, é aposentado e foi à Agência do Trabalhador em busca de uma oportunidade. Com curso superior e diversas experiências na área de contabilidade, Luiz recebe aposentadoria, mas acha o valor insuficiente, por isso deseja trabalhar para ter um adicional no final do mês. “Vim em busca de uma nova colocação no mercado de trabalho por necessidade financeira. Não consegui nada na minha área e estou buscando uma oportunidade em um supermercado como repositor ou caixa para ter um adicional de renda”, relata Luiz que além do dinheirinho a mais, deseja se manter ativo.

Outro caso é de Dair Ramos dos Santos, de 62 anos de idade. Ele não possui curso superior, mas já trabalhou em diversas áreas como vigilante, controlador de acesso e porteiro. Nesse momento, Dair não recebe aposentadoria e precisa trabalhar. Foi até a agência em busca de uma oportunidade. “Estou otimista, sei que vou conseguir uma vaga. Já fui obeso e fiz uma cirurgia, hoje eu tenho saúde boa e posso trabalhar”, contou.

Marcos Henrique Ribeiro, 68, é há dez meses funcionário da rede de supermercado Condor e exerce a função de operador de caixa. “Foi bem fácil achar trabalho, eu vim aqui no Condor, perguntei no RH, fiz um curso e já voltei no dia seguinte para trabalhar. Eu gosto e me sinto bem, é legal trabalhar com o público”, descreve Marcos e acrescenta. “Eu trabalho por vontade e não por necessidade. Eu nunca trabalhei de empregado para ninguém, sempre por conta própria. Quando eu parei, tive que encontrar algo para não ficar parado”.

Fonte: AEN – Agência Estadual de Notícias

NRE Campo Mourão – Resultados da Olimpíada de Matemática 2015

João Vinicius Primaki Prado, do Colégio estadual General Carneiro em Roncador é Tricampeão na OBMEP (3 medalhas de ouro).
João Vinicius Primaki Prado, do Colégio estadual General Carneiro em Roncador é Tricampeão na OBMEP (3 medalhas de ouro).

Já estão liberados no site da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Pública (OBMEP) os resultados da 11ª edição da competição, a OBMEP 2015. A lista com alunos,
professores, escolas e secretarias municipais de educação premiados pode ser acessada em www.obmep.org.br.

Ao todo, 48.784 alunos foram premiados, sendo 500 com medalhas de ouro, 1.500 com medalhas de prata, 4.501 com medalhas de bronze e 42.283 com menções honrosas.

Dos medalhistas de ouro, dois são do NRE de Campo Mourão: João Vinícius Primaki Prado, do CE General Carneiro de Roncador, e Vitor Laverde Aoki, do CE 29 de Novembro de Araruna. Ambos já foram medalhistas em edições anteriores.
Com a medalha desta edição, João Vinícius consagrou-se tricampeão na olimpíada, tendo, ao todo, cinco medalhas: 3 de ouro, 1 de prata e 1 de bronze. Já o aluno Vitor receberá a sua segunda medalha na OBMEP, ano passado, estreante na competição, foi premiado com uma medalha de bronze e, agora, conquistou o ouro.

E as premiações não param por aí. Tivemos, também, três medalhistas de prata: Pedro Victor Fontoura Zawadniak, Ana Carolina Lopes De Melo e Victor Matheus Alflen, todos estudantes da UTFPR de Campo Mourão; e três medalhistas de bronze: Gustavo Souza Ramos, do CE de Altamira do Paraná, Greisiane Pereira Geraldo, do CE Campina da Lagoa e Felipe Kazuo Kaneda Akamine, da UTFPR.

Receberão, ainda, menções honrosas pelo desempenho na olimpíada, os alunos: Christopher Eduardo Zai do CE General Carneiro e Pedro Kovalek Santos da EE Ulysses Guimarães, ambos do município de Roncador, e Joao Vitor Silva do CE de Altamira do Paraná.

Além dos alunos, tivemos o CE 29 de Novembro de Araruna como escola premiada este ano, a mesma receberá da OBMEP um Kit esportivo para uso dos alunos.

Iniciada em 2005, a OBMEP é promovida com recursos do Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), e conta com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM).

No site www.obmep.org.br, além de informações sobre os programas correlacionados (PIC Jr., PICME, Portal da Matemática, Clubes de Matemática, PECI e POTI), alunos, pais de alunos e professores encontram materiais didáticos que podem ser bastante úteis para o estudo da matemática, como bancos de questões e resolução, em vídeo, de provas de edições anteriores da Olimpíada.

O Núcleo Regional de Educação de Campo Mourão parabeniza os estudantes premiados nesta edição da OBMEP, assim como seus familiares, professores, funcionários, diretores e equipe pedagógica de suas escolas pelo excelente trabalho. Parabéns a todos pelo esforço e dedicação!

Fonte: Núcleo Regional de Educação de Campo Mourão – PR

Gratuitas – Inaugurada há 5 meses, unidade móvel já realizou mais de 1,5 mil castrações

Unidade itinerante atende diversos bairros da Cidade.
Unidade itinerante atende diversos bairros da Cidade.

Inaugurada no último dia 2 de julho, a Unidade Móvel de Atendimento à Saúde Animal (Umasa), em Praia Grande, superou uma importante marcada ao completar cinco meses de atividades. Neste período, o equipamento já realizou mais de 1.500 castrações gratuitas de cães e gatos. Atualmente, os serviços estão sendo realizados no Bairro Vila Sônia, atendendo também o Antártica.

O equipamento, construído em três containeres, presta atendimento de forma itinerante em todas as regiões da Cidade. As castrações são agendadas pelos agentes comunitários de saúde, que visitam as residências efetuando um cadastramento prévio. Outra forma que garantir a realização do procedimento para o animal doméstico ocorre nas Usafas.

A Umasa fica 15 dias em cada bairro. Já receberam a unidade o Sítio do Campo, Canto do Forte, Boqueirão, Guaramar, Aviação, e agora Antártica e Vila Sônia.

Fonte: A Tribuna

Retirado do Site: www.anda.jor.br

anda-logo-frase

PAGAMENTO ANTECIPADO – Estado paga o décimo terceiro do funcionalismo nesta quinta-feira

 

Governador Beto Richa. Foto: Orlando Kissner/ANPR
Governador Beto Richa.
Foto: Orlando Kissner/ANPR

O Governo do Paraná irá antecipar para esta quinta-feira (10) o pagamento do décimo terceiro salário para os 301 mil servidores ativos, aposentados e pensionistas, do Poder Executivo. O valor soma R$ 1,4 bilhão. Por lei, o pagamento pode ser feito até o dia 20 de dezembro, mas foi antecipado por decisão do governador Beto Richa. “A medida representa uma demonstração do nosso respeito e valorização do trabalho que os servidores prestam à população”, afirmou Richa.

“A antecipação do décimo terceiro salário do funcionalismo estadual representará um alívio importante para o comércio, um dos setores da economia que mais sofre com a recessão. Será uma injeção de recursos nas vendas de final de ano”, completou o governador. No dia 29 de dezembro, o Estado depositará o pagamento referente ao salário do último mês do ano.

AJUSTE – O governador Beto Richa ressalta que o pagamento do décimo terceiro salário neste dia 10 foi viabilizado pelo ajuste fiscal promovido pelo governo estadual. “Sofremos um desgaste na época da sua aprovação. Houve muitas críticas. Mas, graças ao ajuste, o Estado está hoje com suas contas equilibradas”.

Richa enfatizou ainda que, em face deste equilíbrio financeiro, em janeiro o Estado dará um novo reajuste salarial ao funcionalismo público estadual. “Vários estados brasileiros não deram qualquer reajuste ao servidor público neste ano. Outros estão parcelando o pagamento dos salários. Aqui, no Paraná, o funcionalismo terá a reposição dos índices inflacionários”.

Além da antecipar o décimo terceiro, o governo estadual pagou, em outubro, o reajuste de 3,45% nos salários dos servidores. Somados, o décimo terceiro e o impacto do reajuste de outubro, chega da R$ 1,6 bilhão o montante de recursos injetado na economia paranaense neste fim de ano.

REAJUSTES – O índice de elevação nos salários de outubro foi a primeira parte do reajuste concedido pelo governo, que deverá chegar a 13,6% até janeiro de 2016, quando os servidores receberão o valor integral do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apurado em 2015, atualmente projetado pelo Banco Central em 9,85%.

Conforme a Secretaria de Estado da Fazenda, com o reajuste salarial, a folha de pagamentos e encargos dos servidores do Poder Executivo passará de R$ 18,7 bilhões em 2015 para R$ 21,1 bilhões em 2016.

Com o aumento das receitas, em função do ajuste fiscal, o patamar atual de gastos com pessoal é o menor desde 2011. A proporção de gastos com a folha de pagamento sobre a receita corrente líquida está em 43,75%, abaixo dos 46,43% do limite prudencial previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

ECONOMIA PARANAENSE – De acordo com o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (IPARDES), o reajuste salarial tem um efeito multiplicador sobre a economia, ajudando a estimular o consumo e a poupança. Com os efeitos multiplicadores desse aumento, tanto diretos quanto indiretos, o instituto estima um efeito positivo de 0,06% na variação do Produto Interno Bruto (PIB) paranaense em 2015.

VALORIZAÇÃO – Nos últimos cinco anos, o Governo do Paraná ampliou o poder aquisitivo dos servidores concedendo aumentos nos salários acima da inflação para quase todas as categorias do funcionalismo público, principalmente professores, policiais e profissionais da saúde. Além dos reajustes, foram feitas grandes contratações para recuperar a defasagem de profissionais em áreas prioritárias.

A valorização dos servidores, com evolução salarial e criação de planos de carreira, é uma das principais marcas da gestão do governador Beto Richa. De 2011 a 2015, a média de reajuste do salário base do funcionalismo foi de 67,05%. O porcentual é superior a inflação acumulada para o período, medida pelo IPCA, que é de 33,1%.

Fonte: AEN – Agência Estadual de Notícias